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Contar em Japonês.

domingo, 5 de setembro de 2010.

Os números em japonês seguem uma lógica muito simples.
Eu diria que, pra uma pessoa que não sabe nem japonês e nem português, aprender a contar até 9.999 em japonês é muito mais fácil do que aprender a contar até 99 em português.

Números 1 a 10

1 ichi (se lê “iti”)
2 ni
3 san
4 shi ou yon
5 go
6 roku (o “ro” se lê como em “couro”, não como em “carro”)
7 shichi (se lê “shiti”) ou nana
8 hachi (se lê “hati”)
9 kyuu ou ku
10 juu

Por que está escrito “chi” se é pra ler “ti”?
Isso porque estamos seguindo o sistema hepburn, que é um do padrões que existem para a romanização das palavras japonesas.
Existem outros padrões, mas este é o que eu estamos mais acostumados e também é o mais utilizado no mundo (segundo o wikipedia).

Agora, voltando à lógica dos números.É muito simples.
Agora você já sabe falar 2 (ni), certo? E você também sabe 10 (juu).
Parabéns, agora você já sabe falar 12 (juu ni)
E de brinde ainda leva o 20 (ni juu).
Já consegue imaginar como se fala 22? ni juu ni! É assim que funciona!

Mais alguns exemplos:
40 = yon juu (4 10)
43 = yon juu san (4 10 3)
90 = kyuu juu (9 10)
97 = kyuu juu nana (9 10 7)
58 = go juu hachi (5 10 8 )
71 = nana juu ichi (7 10 1)
39 = san juu kyuu (3 10 9)

Por que isso é mais simples do que em português?
Talvez você nunca tenha pensado nisso porque já sabe contar em português desde criancinha.

Em português, quando chegamos na casa dos 1000,
a lógica é a mesma da contagem em japonês.
2000 = “dois mil”, 3000 = “três mil”, e assim por diante.
Mas 300 não podemos falar “três cem”. E nem 30, “três dez”.

É como se em português todos esses números dos grupos de 10 e de 100 fossem irregulares!

Imagina para um estrangeiro aprender isso: é uma palavra nova pra “vinte”, outra palavra pra “trinta”, outra pra “quarenta”, etc.
Já em japonês esses números seguem a mesma lógica.

Agora que você sabe contar até 10, sabe contar até 99.
Falando em irregulares, infelizmente não é essa maravilha toda.
Existem alguns irregulares em japonês também.

Para 100 (hyaku) e 1000 (sen - curioso: se lê “cem”) a lógica é a mesma, porém fique atento nas linhas destacadas:

Números maiores 100 hyaku 1000 sen
200 ni hyaku 2000 ni sen
300 san byaku 3000 san zen
400 yon hyaku 4000 yon sen
500 go hyaku 5000 go sen
600 roppyaku 6000 roku sen
700 shichi hyaku ou nana hyaku 7000 shichi sen ou nana sen
800 happyaku 8000 hassen
900 kyuu hyaku 9000 kyuu sen

Mais alguns exemplos, agora com esses números maiores.

Nos dois primeiros exemplos uma ajudinha.
3785 = san zen (3000) nana hyaku (700) hachi juu (80) go (5)
1983 = sen (1000) kyuu hyaku (900) hachi juu (80) san (3)
359 = san byaku go juu kyuu
8888 = hassen happyaku hachi juu hachi (olhe os irregulares!)
127 = hyaku ni juu nana

Proponho o seguinte exercício para fixar bem os números:
Tente sempre pensar no número em japonês durante o dia a dia (por exemplo, ao olhar o relógio, a data ou o número da página de um livro). Comece só pensando nos algarismos separadamente. Quando ficar fácil, tente pensar no número completo. 

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Bushidô Participa do Torneio 100 anos do Corinthians Paulista e conquista 3 medalhas.

Em meio á uma quantiddade muito grande de atletas e por ser uma competição de nível muito forte, sendo considerada até como mais dificil que um Campeonato Paulista, nós aqui da Bushidô fomos até a cidade de São Paulo neste sábado dia 04 de setembro e participamos com muita garra e determinação do Torneio 100 anos do Corinthians Paulista onde conquistamos 3 medalhas para nossa Cidade e para nossa Associação que é uma Associação de Pais e Amigos, onde tem se mantido como muito esforço dos pais.

As medalhas conquistadas foram pelos atletas:

Gabriel Rocha Lima 2° Lugar na Categoria Sub 20 - Super Ligeiro
Paola Cristina Cerigatto Sassá 1º Lugar na Categoria Sub 18 - Pesado

  Gustavo Barroso Perota 3º lugar na Categoria Sub 18 -Super Ligeiro

Parabéns á todos que participaram e vamos treinar forte para que no ano de 2011 possamos voltar e consquistar muito mais medalhas.

Lembrando que você empresario que tem acompanhado este site e quer nos ajudar patrocinando esta Associação de Pais e Amigos entre em contato aqui mesmo neste site pelo email judofamiliafontes@gmail.com

Ricardo Fontes
Seu Amigo Para Toda Hora 
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Vídeos de Técnicas

quinta-feira, 2 de setembro de 2010.
 40 Judo Basic Throws

Os clips de vídeo são cortesia de 40 Basic Judo Gera um CD-ROM produzido pelo Judo America , uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção de judô competitivo no E.U.A.

Para ver os vídeos Clique Aqui e será redirecionado ao Princeton Judo, onde tem os videos de técnicas que irá te auxiliar muito para seus treinamentos.

Fonte: judoinforme
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Animações de Judo

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História do Judô Feminino

Jigoro Kano ao idealiza o judô não pensou que a sua obra também poderia ser praticada pelas mulheres.
Como sua irmã mais velha demonstrou um grande interesse em aprender a praticar essa notável modalidade esportiva, pouco a pouco, começou a perceber que as mulheres talvez pudessem ser beneficiadas com a sua prática.
Entretanto a falta de experiência recomendava-lhe que tivesse muita prudência.

Começou a ensinar-lhe os fundamentos e alguns golpes mais simples e de fácil execução. Apesar do judô ter sido idealizado em 1882, somente trinta e um anos mais tarde, portanto em 1923, é que o instituto Kodokan inaugurou um departamento experimental de judô feminino. Entretanto, antes disso, algumas mulheres já treinavam as pioneiras eram esposas ou irmãs de alguns assistentes do mestre Jigoro Kano.

Em 1934, começaram a ser ministrados cursos especiais para mulheres judocas pelos mestres Honda e Uzawa.

Estes preservavam o carater não competitivo do judô. Em 1952 o judô da Kodokan contava com mais de trezentas judocas. As aulas eram desenvolvidas no Instituto Kodokan e oficialmente sob que método era praticada ou qual orientação pedagógica nada consta. O que se divulgava, isto sim, era para ingressar no Instituto Kodokan, mesmo depois de inaugurado o departamento feminino, uma pretendente judoca deveria provar a seriedade e a sua idoneidade moral. Aliás, com respeito a essa exigência é interessante informar que vem sendo imposta até os nossos dias.


A partir de 1934, o departamento experimental de judô feminino, deixaria de ser experimental já estava completamente organizado e em condições de ministrar cursos realmente especializados de judô feminino. A experiência adquirida depois de onze anos de estudos era suficiente para tal.

A partir de então dois estudiosos do assunto, mestre Honda e Uzawa, foram designados para serem os responsáveis pelos cursos de judô feminino do Instituto Kodokan.

Todavia a orientação básica era a mesma que Jigoro Kano apregoava há muitos anos, ou seja, o estudo dos Ukemis (técnicas de amortecimento de quedas) insistentemente praticados, aperfeiçoados certos golpes de projeção, e corpo a corpo sob a forma de katas (exercícios, duas a duas, estilizados de ataque e de recebimento e/ou defesa onde uma praticante sabe de antemão o que a sua companheira ou adversária irá fazer) evitando a competição.

Pouco a pouco o departamento feminino ganhava um número maior de alunas, chegando a contar em março de 1952 com trezentas e oitenta e nove judocas. Alguns anos mais tarde, um cem número de praticantes estavam graduadas. O mais alto grau os escalão conquistado por uma Yudansha (praticante de judô faixa preta), até nossos dias foi o nono grau ou Kyodan.

Jigoro Kano criou, na verdade dois “judôs”. O Judô Kodokan masculino e o feminino. De acordo com o próprio Kano, a arte feminina era a perfeita, pois era mais técnica, sofisticada e englobava muitas coisas além da defesa pessoal. No entanto, a história traiu Kano quando colocou o Judô nas olimpíadas (ele era amigo pessoal do Barão de Colbertin). No início, como as Olímpiadas eram só para homens, o Judô feminino criado por ele simplesmente desapareceu!

No entanto, como nas olimpíadas inicialmente era proibida a presença de mulheres, o sonho de Jigoro de desenvolver uma arte feminina foi por água abaixo ele abandonou o projeto.
Em 1980, o primeiro campeonato mundial de judô para mulheres era estabelecido. O judô feminino estava na cena a sete ou oito anos antes, iniciando sem marcas entre países como na Europa em 1975, nas competições continentais. E foi apenas quando os torneios estavam estabelecidos em todos os continentes que a FIJ (Federação Internacional de Judô) concordou em promover o campeonato mundial para mulheres.

No primeiro campeonato mundial para mulheres estabelecidos em Nova York no ginásio do Madison Square Garden, as categorias eram: Abaixo de 48kg, abaixo de 52kg, abaixo de 61kg, abaixo de 66kg, abaixo de 72kg e acima de 72kg.
Participando destas competições continentais e desde o primeiro campeonato mundial as atletas foram adquirindo experiência para disputarem de forma experimental a Olimpíada de Seul em 1988. Contudo foi só em 1992 na Olimpíada de Barcelona que o judô feminino tornou-se esporte olímpico e elas começaram a partir daí a aparecer com sucesso.

CURIOSIDADES SOBRE O JUDO FEMININO NO BRASIL
O judô feminino teve inicio no Brasil na década de 1920 (GAMA, 1986) e não existe uma história oficial que relate com precisão como o judô chegou ao Brasil. Sabe-se apenas que imigrantes japoneses recém chegados em Porto Alegre, na primeira década do século XX, já inauguravam suas academias de judô, que, rapidamente, disseminou-se pelo país.
Acredita-se que as esposas e filhas destes descendentes também praticavam o judô. Porém, como não havia respaldo legal, somente em 1980 as mulheres judocas deram inicio aos torneios nacionais e internacionais.

Percebemos que havia interesse de que as mulheres participassem de torneios, contudo, após o Decreto-Lei que impedia as mulheres de praticar o judô, tornavam-se inviáveis os campeonatos.
Somente depois do Sul-Americano de judô de 1979, que contou com a participação de quatro atletas:
Patrícia Maria de Carvalho e Silva, Ana Maria de Carvalho e Silva, Cristina Maria de Carvalho e Silva e Kasue Ueda.
É que tal Decreto-Lei foi revogado e no ano seguinte as mulheres puderam fazer parte da seleção brasileira e conseqüentemente de torneios e treinamentos por todo o mundo.

Em 1980, o primeiro Campeonato Brasileiro de Judô Feminino, realizou-se no Rio de Janeiro,promovido pela CBJ, classificando a primeira equipe feminina que representaria o Brasil oficialmente no primeiro Campeonato Mundial de Judô Feminino, que aconteceu em Nova Iorque, no mesmo ano, no ginásio do Madison Square Garden.

Entretanto, mesmo depois de selecionadas, as atletas não compareceriam ao Mundial, alegando que: “A SEED não havia liberado a verba e a CBJ não poderia arcar com as despesas de hospedagem e alimentação da delegação feminina” (Jornal dos Sports 27/11/80, p.7). Ultrapassada mais uma barreira, desta vez burocrática, confirmou-se a participação destas no I Campeonato Mundial de Judô nos EUA, com uma equipe composta por suas seis categorias de peso: abaixo de 48 kg, abaixo de 52 kg, abaixo de 61 kg, abaixo de 66 kg, abaixo de 72 kg e acima de 72 kg.
Em 1988, o judô foi apresentado nas Olimpíadas de Seul, tendo Soraia André e Mônica Angelucci como representantes, esta ultima tendo se classificado em quinto lugar.

Em 1992, nas Olimpíadas de Barcelona, o Brasil contou com a participação de sete atletas na equipe feminina: Andréa Berti, Patrícia Bevilacqua Dias, Jemima Alves, Tânia Ishi, Rosicléia Campos, Soraia André e Edilene Andrade.
Patrícia Bevilaqua

A representação da mulher no esporte brasileiro sempre teve um lugar à sombra do homem, principalmente se compararmos nos esportes ditos viris. Desde a década de 1920, mulheres vêm conquistando um pequeno espaço na mídia. Porém, não é o caso do judô que, além de não ser um esporte com ampla divulgação, ainda era proibido para as mulheres.
O processo desencadeador da legalização do judô feminino brasileiro em 1979, foi Joaquim Mamede de Carvalho e Silva (JMCS) inscrever quatro atletas com nomes de homens no Conselho Nacional de Desportos (CND)
No início da década de 1950, JMCS, após se casar, tornou-se morador da Ilha do Governador, seguindo carreira como atleta de levantamento de peso. Contudo, assim como outros esportes amadores, a verba era restrita, o que o levou a procurar novas modalidades.
Uma vez apresentado ao judô, JMCS envolveu-se inteiramente com esta filosofia de luta.

Neste período em que se envolveu com o esporte em meados da década de 1960, teve cinco filhas e um filho: Beatriz Maria de Carvalho e Silva, Cristina Maria de Carvalho e Silva, Margarida Maria de Carvalho e Silva, Ana Maria de Carvalho e Silva, Patrícia Maria de Carvalho e Silva, e, posteriormente, um filho Joaquim Mamede de Carvalho e Silva Junior. Levando em conta que ainda naquele período era proibida a prática de esportes de luta para mulheres, JMCS ignorou tais regras e iniciou suas cinco filhas na prática do judô.

Após anos de atuação com o judô, fez amizades no meio e participou de eventos no Rio de Janeiro e em São Paulo. Estes contatos lhe renderam o cargo de presidente da Federação Guanabarina de Judô em 1974 (fundada desde 1964).
Motivado por uma cena que tivera visto vinte anos antes no antigo Circo Dudu (atual Escola Nacional de Circo), na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro, onde uma das atrações eram mulheres lutando luta-livre, JMCS pôde observar que uma das lutadoras saía após os combates para amamentar seu filho de aproximadamente um ano de idade.

Desde então, fez-se a associação de que o judô, esporte muito menos violento que a luta-livre, pois não conta com chutes e socos, poderia ser feito sem comprometer em nada a integridade física da mulher e que estaria, para ele, comprovado que em nada afetaria os órgãos reprodutores femininos, uma vez que observara mãe e filho saudáveis naquele evento. Neste momento deu-se início então, a luta de JMCS, como presidente da Federação Ganabarina de Judô, em incluir as mulheres nos torneios da Federação e, dessa forma, pressionar a legalização do esporte.

Desta época em diante, juntamente com representantes de São Paulo como o mestre Ogawa, e do Rio de Janeiro, como seu amigo Takeshi Ueda, que também tinha uma filha judoca, Kasue Ueda, deu-se inicio a torneios femininos extra-oficiais de judô. Segundo JMCS os torneios amistosos contavam com a participação de mais de 200 mulheres em meados da década de 1970.
Contudo, duas de suas filhas não tinham inclinações competitivas, mas, logo foram adaptadas para que participassem.
Em 1977 Mamede viajou para o Japão. Ao chegar a Kodokan contratou um especialista em Ju no kata que lhe ensinou tais técnicas.
De volta ao Brasil, JMCS se uniu ao mestre Ueda e repassaram o aprendizado as suas filhas que passaram a disseminar por todo o Brasil esta técnica coreográfica.

Estas técnicas exigem graciosidade e leveza dos movimentos, reforçando que mesmo dentro de uma luta, a feminilidade tem seu espaço, principalmente porque são técnicas de golpes como na própria luta de judô, contudo não há competição e confronto direto.

O judô brasileiro não tinha uma boa classificação dentre os países da América. Isso era devido ao foto de ser o único país que não contava com a participação das mulheres.

Para o resultado geral de um torneio, é necessária a soma de resultados do masculino e feminino. Desta forma, foi no Campeonato Sul-Americano de 1979 que JMCS decidiu burlar a Lei e solicitou ao CND passagens aéreas para o Campeonato Sul-Americano de Judô, a ser realizado em outubro, na cidade de Montevidéu, no Uruguai.

Contudo, além dos atletas masculinos, quatro nomes constaram na lista de forma peculiar, como os nomes de Patrício Mário de Carvalho e Silva, Amel Mário de Carvalho e Silva, Cristiano Mário de Carvalho e Silva e Ueda Kasue, e entregues ao CND, e que na inscrição do próprio Sul-Americano constou como o nome original, ou seja, suas versões femininas dos nomes:

Patrícia Maria de Carvalho e Silva, Ana Maria de Carvalho e Silva, Cristina Maria de Carvalho e Silva e Kasue Ueda.
Foi desta forma que as atletas conseguiram subverter as regras e lutaram no Uruguai, sob o comando técnico do professor Paulo Wanderlei, trazendo duas medalhas de ouro e uma de bronze, bem como se sagraram campeões gerais do torneio já que tais pontos foram fundamentais para serem somados ao masculino, que também havia conquistado medalhas.

Ao retornarem do Uruguai, houve imediata solicitação de ida do Presidente da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro (FJERJ - antiga Federação Guanabarina de Judô) ao CND, com o intuito de adverti-lo por sua ousadia.
Uma vez aceita a solicitação, houve o comparecimento de toda a delegação de judô presente no torneio em Montevidéu, inclusive uniformizados e com suas medalhas, para que houvesse sensibilização e posterior reflexão sobre a Lei em vigor considerada absurda por todas as atletas tolhidas de competirem em suas respectivas modalidades, e que, segundo ele, seria revogada por uma questão de tempo.

Esta nova tática surtiu seu efeito. Aproximadamente dois meses depois deste torneio, no mês de dezembro, o Decreto-Lei foi revogado e no ano de 1980. Houve o primeiro campeonato brasileiro feminino na cidade do Rio de Janeiro, na Universidade Gama Filho.

Posteriormente a participação das brasileiras no primeiro campeonato mundial feminino de judô, realizado em Nova Iorque.

Após anos de ilegalidade, a troca de nomes das atletas para que fossem adquiridas as passagens para o Sul-Americano de judô no Uruguai, se tornou altamente relevante para que o Conselho Nacional de Desporto refletisse e substituísse a Deliberação 7 pelo Artigo 10º.
Fez-se necessário, também, treinamentos mais longos para as mulheres, no intuito de provar que elas seriam capazes de treinar tanto, ou mais que os homens.
As despesas das delegações femininas eram custeadas pelas próprias atletas ou pelos clubes a que eram filiadas, mesmo quando em competições que representavam o país.

Segundo Rosicléia Campos, judoca Olímpica em Barcelona e atual técnica da seleção brasileira feminina de judô, somente a partir de 1992, houve uma maior conscientização de que o judô feminino teria condições de disputar campeonatos no mesmo nível dos homens, caracterizando o período aqui mostrado como o ”mais crítico do judô feminino”, que durou 13 anos.
Rosicléia Campos

Levando-se em consideração os estereótipos que o judô feminino tem na representação da sociedade, observamos que houve uma conscientização crescente de que o judô feminino não se relaciona com a “masculinização”.

A historia do judô feminino nos anos de 1979 a 1992 fez mostrar a representação destas na sociedade judoística brasileira se tornando referência para as atuais judocas.

Edinanci Silva vai para sua quarta olimpíada. É a judoca brasileira recordista em participações.

Ela é a judoca brasileira com mais participações olímpicas: quatro (Atlanta 96, Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008). Depois dela aparecem os medalhistas olímpicos Aurélio Miguel (88, 92, 96), Luiz Onmura (80, 84, 88), Walter Carmona (80, 84, 88) e Henrique Guimarães (96, 00, 04), todos com três.
Edinanci Silva

A família Ishii soma quatro participações em Olimpíadas. O pai, Chiaki Ishii, esteve em Munique 72 e as filhas Tânia e Vânia foram a Barcelona e Sidney 00/Atenas 2004, respectivamente.
Vania Ishi

A técnica da seleção feminina, Rosciléia Campos, esteve presente como atleta nos Jogos Olímpicos de Barcelona 92 e Atlanta 96.

A média de idade da equipe feminina é 22 anos. Da equipe masculina é 26 anos.
Danielle Yuri

A caçula da seleção brasileira é Mayra Aguiar, com 17 anos
Mayra Aguiar

Ketleyn Quadros entrou para a história do judô e do esporte brasileiro no dia 11 de agosto de 2008. Nessa data, a brasiliense conquistou um bronze nos Jogos de Pequim, tornando-se a primeira mulher do país a obter uma medalha olímpica em esportes individuais. na categoria até 57 kg em Pequim, com vitoria sobre a australiana Maria Pekli.

Ketelyn Quadros

O feito foi alcançado após cinco lutas naquela segunda-feira na China. Ketleyn iniciou sua campanha com uma vitória por yuko sobre a sul-coreana Sin-Young Kang. Depois, encarou a holandesa Deborah Gravenstijn e esteve muito próxima de atingir as quartas-de-final, mas perdeu por um koka.

Já na repescagem, a brasileira despachou no golden score ninguém menos do que a campeã olímpica de Sydney-2000 e mundial em Paris-1997, a espanhola Isabel Fernandez. Na luta que lhe garantiu vaga na decisão da repescagem, Ketleyn deu um belo ippon na japonesa Aiko Sato. Por fim, o bronze veio em combate truncado e difícil com a australiana Maria Pekli. A brasileira liderava o confronto com um koka, mas a australiana empatou a 13 segundos do final. No golden score, a menos de dois minutos do final, Ketleyn aplicou um golpe e venceu.

A bela campanha em Pequim começou meses antes dos Jogos. Ketelyn Quadros precisou derrubar uma adversária de peso para chegar às Olimpíadas. No processo seletivo olímpico, ela disputou a vaga do peso leve na seleção brasileira com Danielle Zangrando, a primeira brasileira medalhista em campeonatos mundiais. A disputa prometia ser acirrada, mas ficou apenas na promessa. Zangrando se machucou às vésperas de suas competições na Europa, não venceu nenhuma luta e viu a vaga cair no colo da rival.

A determinação de Katleyn, que conseguiu engrenar no esporte com muita dificuldade em Brasília, demorou para conseguir patrocínio, e, com a evolução dos treinamentos, ela foi morar em Belo Horizonte (MG), onde passou a contar com o auxílio.

A mãe de Katleyn, Cabeleireira, divorciada e mãe de mais duas meninas, Rosemary, emocionada pela conquista da filha, estava na arquibancada do ginásio.

Espera que a filha possa ter um retorno financeiro com o judô. "Sei que ela gosta muito, sempre rezo bastante para ela não se machucar, mas é preciso ganhar dinheiro", afirmou, sem saber que a filha e Leandro Guilheiro, bronze no masculino, vão receber da Confederação Brasileira de Judô R$ 20 mil como prêmio pela medalha.

A mãe destacou a força de vontade da judoca. "A gente se vê pouco no ano, porque ela sempre está treinando forte até nos fins de semana. Nunca reclama, jamais abaixa a cabeça. Sempre procura atingir seus objetivos. Ela merece o que está acontecendo com ela.

Ketleyn, que cursa Educação Física e divide um quarto com Érika em uma república em Belo Horizonte, admitiu que estava deslumbrada com a conquista. Natural para quem há oito meses não fazia nem parte da seleção principal.

Suas maiores conquistas haviam acontecido na categoria júnior. Mesmo assim, no início do ano, ganhou a disputa pela vaga da veterana Danielle Zangrando.

"Fiz um trabalho psicológico no Minas Tênis, e vim determinada a conseguir um bom resultado. Mas não esperava uma medalha tão rápido", reconheceu a judoca de 20 anos

A atleta destacou o trabalho da técnica Rosicléia Campos. "Dá para ouvir os gritos dela o tempo todo. É ótimo por que ela não deixa a gente perder a concentração. A histeria dela acorda a gente na luta." Rosicléia não conseguia parar de chorar. Ela fez parte da primeira equipe olímpica do Brasil em 1992, em Barcelona. "É um sonho que se materializa. O Brasil sempre teve boas lutadoras. Faltava alguém que acreditasse nelas e eu sempre acreditei."
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Pontuações e Penalizações

PONTUAÇÕES

O objetivo é conseguir ganhar a luta valendo-se dos seguintes pontos:


* Yuko - um terço de um ponto, tambem idem regra acima. mesmo sendo acumulativos não significam o final da luta ao se completar 4 Yuko´s.
Um Yuko se realiza quando o oponente cai de lado.
ou quando é imobilizado entre 15 e 19 segundos, ou quando por falta(s) cometida(s) é penalizado com chuí.

* Wazari - meio ponto, dois wazari valem um ippon e termina o combate logo após o segundo wazari.
Um Wazari é um "Ippon" que não foi realizado com perfeição.
ocorre quando o judoca é projetado com quase a totalidade das costas, ou quando é imobilizado entre 20 e 24 segundos. ou quando por falta(s) cometida(s) é penalidado c/ keikoku.

* Ippon - ponto completo, o nocaute do judô, finaliza o combate no momento deste golpe.
Um Ippon se realiza quando o oponente cai com as costas no chão, ao término de um movimento perfeito.
ou imobilizado por 25 segundos, ou quando por falta(s) cometida(s) é penalizado com hansokumake.

PENALIZAÇÕES

Pontuação inversa. Valem pontos para o adversário. Acumulativa

* Hansokumake - equivale a um ippon. O atleta que recebe tal penalização é eliminado e a luta termina
1a. Punição: Shido I - equivale a uma advertência
2a. Punição: Shido II - equivale a um yuko
3a. Punição: Shido III - equivale a um wazari
4a. Punição: Hansokumake - equivale a um ippon
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Os Tres Principios do Judô

PRINCIPIOS DO JUDO:

Princípio da Máxima Eficácia do Corpo e do Espírito
(Seiryoku Zen’Yo)
É ao mesmo tempo a utilização global, racional e utilitária da energia do corpo e do espírito.
Jigoro Kano afirmava que este princípio deveria ser aplicado no aprimoramento do corpo. Servir para torná-lo forte, saudável e útil. Podendo ainda ser aplicado para melhorar a nutrição, o vestuário, a habitação, a vida em sociedade, a atividade nos negócios na maneira de viver em geral.
Estando convencido que o estudo desse princípio, em toda a sua grandeza e generalidade, era muito mais importante e vital do que a simples prática de uma luta. Realmente, a verdadeira inteligência deste princípio não nos permite aplicá-lo somente na arte e na técnica de lutar, mas também nos presta grandes serviços em todos os aspectos da vida.
Segundo Jigoro Kano, não é somente através do judô que podemos alcançar este princípio. Podemos chegar à mesma conclusão por uma interpretação das operações cotidianas, através de um raciocínio filosófico.

Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos
(Jita Kyoei)

Diz respeito à importância da solidariedade humana para o melhor bem individual e universal.
Achava ainda que a idéia do progresso pessoal devia ligar-se a ajuda ao próximo, pois acreditava que a eficiência e o auxílio aos outros criariam não só um atleta melhor como um ser humano mais completo.

Princípio da Suavidade
(Ju)

Ju ou suavidade, é o mais diretamente físico, mas que no entender de Jigoro Kano deveria ser levado ao plano intelectual. Ele mesmo nos explica este terceiro princípio durante um discurso proferido na University of Southern Califórnia, por ocasião das Olimpíadas de 1932:

"Deixem-me agora explicar o que significa, realmente esta suavidade ou cedência.
Supondo que a força do homem se poderia avaliar em unidades, digamos que a força de um homem que está na minha frente é representada por dez unidades, enquanto que a minha força, menor que a dele, se apresenta por sete unidades. Então se ele me empurrar com toda a sua energia, eu serei certamente impulsionado para trás ou atirado ao chão, ainda que empregue toda minha força contra ele.
Isso aconteceria porque eu tinha usado toda a minha força contra ele, opondo força contra força. Mas, se em vez de o enfrentar, eu cedesse a força recuando o meu corpo tanto quanto ele o havia empurrado mantendo, no entanto, o equilíbrio então ele inclinar-se-ia naturalmente para frente perdendo assim o seu próprio equilíbrio.
Nesta posição ele poderia ter ficado tão fraco, não em capacidade física real, mas por causa da sua difícil posição, a ponto de a sua força ser representada, de momento, por digamos apenas três unidades, em vez das dez unidades normais. Entretanto eu, mantendo o meu equilíbrio conservo toda a minha força tal como de início, representada por sete unidades. Contudo, agora estou momentaneamente numa posição vantajosa e posso derrotar o meu adversário utilizando apenas metade da minha energia, isto é, metade das minhas sete unidades ou três unidades e meia da minha energia contra as três dele.
Isso deixa uma metade da minha energia disponível para qualquer outra finalidade. No caso de ter mais força do que o meu adversário poderia sem dúvida empurrá-lo também. Mas mesmo neste caso, ou seja, se eu tivesse desejado empurrá-lo igualmente e pudesse fazê-lo, seria melhor para eu ter cedido primeiro, pois procedendo assim teria economizado minha energia."
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Vídeo: Seleções Sub-17 e Sub-20 de Judô encerram preparação para o Pan

quarta-feira, 1 de setembro de 2010.
A Seleção Brasileira de judô que representará o país no Campeonato Pan-Americano Sub-17 e Sub-20 embarcou na noite desta terça-feira para Orlando (EUA), onde disputará a competição.

Durante quatro dias a equipe fez treinos e concentração na cidade de Araras, no interior de São Paulo. Confira um vídeo produzido pela Confederação Brasileira de Judô com o treinamento e com entrevistas:

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Campeã mundial de judô dá início a Semana da Pátria

1/9/2010

Canoas - A judoca canoense Rochele Nunes, segunda no ranking nacional em sua categoria e com vaga garantida para a Olimpíada de Londres, em 2012, dará início às comemorações da Semana da Pátria em Canoas. É Rochele quem acendeu a pira, localizada na Praça da Emancipação, no Centro, em frente à Prefeitura, na manhã de hoje. A chama estava sob a guarda da Aeronáutica, na sede do V Comar, desde o dia 15, quando foi acesa em Novo Hamburgo.
Durante a semana, enquanto estiver na Praça, o fogo simbólico será guarnecido por representantes de entidades e secretarias municipais, estudantes e órgãos militares, que se revezarão ao lado do pedestal em regime de escala. No dia 7, após o encerramento das comemorações, o fogo será extinto. Para o desfile cívico, que será realizado no sábado,4, está previsto a participação de 42 escolas de Ensino Fundamental, 32 de Ensino Infantil, além de escolas Estaduais, Particulares, Entidades, Bombeiros, Brigada Militar e Base Aérea. Mais de 10 mil pessoas são esperadas para prestigiar o desfile. 

Fonte: jornalcorreiodenoticias
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Equipe de Judô da Bushidô se prepara para mais um grande Desafio.

No próximo dia 04 de setembro a equipe de Judô da Bushidô estará indo até a cidade de São Paulo para mais um grande desafio, sendo ele participar da Grande Competição de Judô se não for uma das maiores de todas do Estado de São Paulo, do Brasil e posso até ir mais longe, talvez de vários pontos do mundo.

Com muito esforço e treinamento estaremos indo focado para trazer medalhas para nossa Academia e nossa Cidade.

Portanto não deixe de acompanhar no http://www.judoaovivo.com.br , pois nele você vai poder assistir na integra esta difícil, porém não impossível competição.
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