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Historia de Rafaela Wilka. Judoka destaque do Judô Nordestino.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012.
Me chamo Rafaela Wilka Salviano Pereira, comecei a praticar Judôem 2010, quando tinha 15 anos na "Escola". Era uma das poucas mulheres a praticar esse tipo de esporte em minha cidade, logo em minha 1ª Competição, com apenas 15 dias de treinamento fiquei em 3º lugar, foi ai que percebi que era isso que eu realmente queria pra minha vida. Minha mãe foi contra e foi bem dificilsem o apoio dela, mas ela percebeu que era realmente o que queria e logo me apoio.

Continuei treinado na "Academia de Judô Cultural Patoense"em Patos (um pouco distante da minha cidade) treinava apenas treis dias por semana,era muito cansativo,mais valeu apena pois vinheramas competições e os titulos.

Pela academia fui Campea na Copa Palmares de Judo - PE, fui Campeã na 1ªetapa dos Jogos Escolares da Paraiba, Campeã no Campeonato Paraibano Dangai de Judô, entre outras. Este ultimo e um dos mais imortantes. No momento estou treinando na Academia"Associação de Judô Faustino em joão Pessoa.

Um dos fatos mais tristes que acomteceu comigo, foi a morte do meu pai em 2011, me abalou muito perdi o meu chão, mais com foça, determinação e fé conseguirei enfrentar todos os obstáculos que tem por vir e atingir minhas metas de ser Campeã Olimpica.
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Rafaela Wilka destaque do Nordeste.

domingo, 1 de janeiro de 2012.
Com o sonho de estar em um grande clube de judô na próxima temporada, esta paraibana já iniciou os treinamentos e espera brilhar em 2012 nos tames brasileiros e internacionais. Ela é Rafaela Wilka Salviano Pereira

Idade: 17 anos

Local de nascimento: Pianco, Paraíba

Signo: Touro

Graduação: Verde

Clube: Judô Cultural Patoense

Classe: Sub-20

Categoria: Médio Pesado (-78kg)

Treinamento: cinco vezes por semana

Prato preferido: Mandioca com carne assada

Tipo de música: Sertanejo

Patrocínio: Não tenho no momento

Ídolo no judô: Rosicleia Campos

Lugar onde sonha lutar: Na Europa

Objetivos para 2012: Crescer profissionalmente

Onde iniciou a treinar: Judô Cultural Patoense

Quem era o professor: Vital Lins de Araujo

Onde estuda: Terminei o 2º Grau

Outro esporte: Natação

Se não fosse judoca, seria: Nadadora Maior sonho:

Títulos: 3 lugar no Campeonato Morada do Sol – 2009; campeã da Copa Patoense de Judô 2010; campeã do Torneio Palmares de Judô (PE) – 2011; campeã do Campeonato Paraibano Dangai de Judô – 2011; campeã dos Jogos Escolares Paraibano 1° Etapa – 2011; vice campeã dos Jogos Escolares Paraibano 2° Etapa – 2011; campeã da Copa Cidade Viva de Judô – 2011; campeã da 3ª Copa Agreste de Judô (PE) – 2010.

Palavras: “Perseverança, Fé e Companheirismo”

Fontes: Portal Fight
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História de Marcelo Contini, desde criança vencendo cirurgias e dificuldades.

sábado, 23 de abril de 2011.
Gigi Fontes, Marcelo Contini e Bibi Fontes na I Copa Ajax de Judô em Bauru/SP
Comecei a praticar judô aos 4 anos de idade. Incentivado pelos meus pais e meu irmão (mais velho entrou no judô junto comigo), comecei a treinar.

Na realidade no começo era apenas uma brincadeira, eu nem sabia direito o que eu estava fazendo.
Isso aconteceu quando eu ainda morava em Belo Horizonte- MG. Devido ao emprego do meu pai, a gente mudava muito de cidade e com isso vim para São Paulo.

Aqui comecei a treinar um pouco mais sério, e comecei a competir ainda muito novo. Como eu estava ganhando as competições, fui pegando o gosto em competir. Mas além das vitórias, com o tempo as derrotas também vieram e comecei a aprender a perder.

Mudei-me para Peruíbe, e foi lá, na Associação Budokân de Peruíbe em que tudo começou a ficar realmente sério. Passei a treinar todos os dias e, comecei a lutar regional, estadual do interior e paulista. Assim fui conseguindo títulos estaduais e as portas foram se abrindo para mim.

Em 2005 consegui meu primeiro título internacional (Campeão Pan americano Juvenil). Com isso passei a treinar cada vez mais e fui priorizando o Judô na minha vida.

É importante deixar bem claro que nunca parei de estudar, pelo contrário, sempre tive boas notas. Meus pais sempre me incentivaram, mas sempre me cobraram as boas notas.

No final de 2005 fiz o teste para fazer parte do Projeto Futuro, lugar onde eu estou até hoje. Aqui aprendi coisas que escola nenhuma vai me ensinar, tanto dentro quanto fora dos tatames. Aqui eu pude perceber o que realmente é treinar.

Desde 2006 morando no Projeto Futuro, fazendo 2 treinos por dia, todos os dias, e hoje também faço treinos de sábado. Nesses 6 anos vieram muitos títulos graças a Deus.

Ganhei seletivas nacionais, Pan americano Jr 2008, Paulista Jr 2008, 3° Sul americano Sênior 2008, 3° Copa do Mundo BH 2008, 5° Grand Slam RJ 2009, ganhei alguns Sul brasileiros... Enfim os títulos vieram diante de muita dedicação.

As maiores dificuldades foram as duas cirurgias no joelho, uma em 2001(tinha apenas 12 anos) e a outra no ano passado 2010. Esses 2 momentos foram bem complicados, e a minha cirurgia do ano passado foi o pior momento na minha carreira. Um momento em que eu vinha crescendo dentro da Seleção Brasileira, e que me prejudicou muito.

Além de conseguir se superar, o atleta tem que ser dedicado. Não há ninguém que consiga seus objetivos sem se dedicar.

Isso também é complicado, você deixa de fazer muitas coisas que gostaria de fazer, porque você tem que treinar, mas isso faz parte da vida de um atleta.

Agradecimentos

Bom, se estou na seleção desde 2008, devo isso a muitas pessoas. Aos Senseis do Projeto Futuro e aos meus parceiros de treino, a todos que me ajudam na preparação física, à minha família, aos meus amigos, enfim a todos que me incentivam e me ajudam até hoje.

Hoje tenho 22 anos, sou integrante da seleção brasileira Sênior peso leve (-73 kg), luto por Piracicaba, estou cursando o ultimo ano de faculdade (Educação Física), me formei 3° Sargento do Exército (começo de 2010).

O judô mudou minha vida, hoje é muito mais do que um esporte ou uma profissão, é um estilo de vida.

Marcelo Garcia Contini

Divulgação Judô Família Fontes
Ricardo Fontes

Nós do Judô Família Fontes queremos agradecer á esse brilhante atleta que é o Marcelo Contini, por acreditar em nosso trabalho e nos dar a honra de ser o primeiro site á divulgar sua história.

Um história de superação desde a sua infância, mostrando para todos os atletas que quando sabemos o que queremos, devemos passar por cima de todas as situações contrárias e acreditar que iremos vencer sempre, porém nunca passando por cima dos outros, seja físicamente, como espiritualmente.

Parabéns Marcelo pela sua história de vida e queremos desejar para você toda sorte de Bênçãos para sua vida e que você venha conquistar tudo o que deseja e sonha. Que Deus possa abrir todas as portas e janelas necessárias para que você venha brilhar cada vez mais e continue servindo de exemplo para crianças, jovens e adultos.

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História de Gabriel Mendes Um difícil, Mas Possível “Sonho Olímpico”.

sexta-feira, 15 de abril de 2011.
Já pequenininho observava meu pai treinar boxe (foi lutador) nas dependências da minha casa.

Nos fundos lá de casa, meu pai - Paulo Mendes, que também é professor de Educação Física, construiu uma mini academia, e eu observava ele treinando – “fazendo luvas”, batendo no saco de pancada, no teto-solo, no puching-ball, etc., e então comecei a treinar boxe também, e desenvolver esse lado de atleta de luta, penso eu!

No decorrer de minha vida e das minhas conversas com meu pai, fiquei sabendo, que o primeiro esporte de luta dele foi o Judô e que, de certa forma, tinha conseguido algum sucesso em nível local-regional. No boxe, posteriormente, obteve melhores resultados e projeção.

Eu nunca fui uma criança que desse trabalho aos meus pais, muito pelo contrário, era muito tranqüilo e calmo, avesso a qualquer tipo de bagunça e confusão, ao contrário de meu pai quando criança.

Desde os meus 4 anos de idade (1997), que meu pai me colocou pra fazer Judô na Escola que estudava - “Só Baby” (Educação Infantil), no bairro de Mangabeiras, na cidade de Maceió/AL, com o Sensei Prof. Samuelson, e já vislumbrava que eu poderia ter um melhor futuro nesta modalidade esportiva. Deixo aqui o meu agradecimento.

Em meus primeiros passos no Judô, tudo era apenas uma maneira de complemento do processo educacional-pedagógico-motor, como também uma maneira de praticar atividade física e desenvolver a saúde e as qualidades físicas de forma generalizada; de acordo com o que dizia meu pai.

No decorrer de minha história de vida, fui atleta de futebol de campo (zagueiro), não era técnico, mas possuía um bom senso de colocação, uma noção de espaço e um bom passe. Treinei na escolinha do “Joãozinho Paulista”, artilheiro de renome local e nacional (ídolo do CRB/AL e do Atlético/MG). Mas não fui muito adiante, pois achava que não tinha toda essa qualidade necessária para o futebol de campo, como também acreditava que, não era bem isso que eu queria. É importante frisar, que o Judô sempre continuava paralelamente.

A idade foi chegando, as séries escolares passando e tive que mudar para uma escola maior - “O Patinho Feio” (Ensino Infantil e Fundamental). Já fui me identificando com outro esporte, agora coletivo – Handebol, mas também continuava com meus treinamentos de Judô, na academia “Algo Mais”, com o Sensei José Filho.

Nesta nova escola (O Patinho Feio), procurei ver se tinha o Judô, fiquei alegre em saber que sim e comecei a treinar com o Sensei e Prof. Jivaldo Santos. As melhores competições (oficiais) e os resultados começaram a aparecer (entre os anos 2000 e 2003). Fui campeão de vários jogos estudantis, campeonatos e copas, do 1º ano até o 4º ano do ensino fundamental, tudo fruto do trabalho dos Senseis Jivaldo Santos e José Filho (continuava com o Judô na academia “Algo Mais”).

Também fui atleta de Handebol, já como aluno do Colégio Marista de Maceió, a partir dos 11 até meus 17 anos de idade (do 5º ano do Ensino Fundamental. até 3ª série do Ensino Médio). Já neste esporte, creio que tinha mais qualidade que no futebol de campo, talvez pela presença constante do contato físico mais vigoroso. Não pude dar continuidade ao handebol, pois seu treinamento e competições colidiam em tempo e na preparação que precisava, para obter resultados expressivos no Judô (que sempre continuava firme e forte em minhas atuais e futuras pretensões).

Procurei o Judô do Colégio Marista para incrementar meus treinamentos, e já durante o meu primeiro ano de escola, o Sensei Prof. Nilson Gama, grande atleta e professor em nível local e regional, vislumbrou a necessidade de me direcionar para treinamentos mais fortes e específicos, que exigissem muito mais de mim.

Fui encaminhado aos treinamentos da Federação Alagoana de Judô, desenvolvidos nas dependências do Colégio Batista Alagoano, com o Sensei Julio Edgardo (foi atleta Pan-Americano e Olímpico pelo seu país – Argentina) e que estou até os dias de hoje.

Neste entremeio, em parceria com os treinamentos da Federação Alagoana, resolvi realizar outros mais, visando a minha evolução técnica e tática.

A partir daí, busquei os ensinamentos do Sensei Prof. Weydner Wellisson, em minha opinião, o mais gabaritado em nosso estado, para esta missão.

Daí tive que ir treinar no bairro do Benedito Bentes, bem distante de onde resido (cerca de 30 km de distância), bem como no município de Porto de Pedras/AL, agora bem mais distante, cerca de 120 km de Maceió (Sensei Weydner é excelente tecnicamente, foi Seleção Brasileira “B” e Campeão Pan-Americano, salvo engano, no México).

Tenho certeza de que, sob as orientações de todos os meus Senseis, obtive excelentes performances, que produziram grandes resultados e títulos.

Citarei abaixo, vários resultados de relevada importância para mim.

Além de inúmeras condecorações como o melhor judoca do ano: pelo Governo do Estado de Alagoas, Federação Alagoana de Judô, Colégio Marista, e outras entidades particulares (2005, 2006, 2009, 2010); de Treinamentos de Verão – “Shotyugueiko” em Bastos/SP (2009 e 2010); de várias conquistas de Campeonatos Alagoanos (5 vezes: de 2006 a 2010); Olimpíadas Escolares Estadual (5 vezes: de 2006 a 2010); além de outras Competições Estudantis e Copas (incluindo internacional), também conquistei:

a) Duas vezes o 2º Lugar da “SELETIVA NACIONAL PARA O CAMPEONATO SUL-AMERICANO”, nos anos de 2005 e 2006.
b) Duas vezes o 3° (Terceiro) Lugar no “CAMPEONATO BRASILEIRO – ETAPA NACIONAL” (“Brasileirão” de Judô), nos anos 2005 e 2007.
c) Três vezes Campeão do “CAMPEONATO BRASILEIRO REGIONAL”, nos anos 2005, 2010 e 2011.
d) Três vezes Vice-Campeão do “CAMPEONATO BRASILEIRO REGIONAL”, nos anos 2006, 2008 e 2009.
e) Duas vezes Campeão da “SELETIVA NACIONAL PARA O CAMPEONATO SUL-AMERICANO”, nos anos de 2009 e 2010.
f) Duas vezes Campeão do “CAMPEONATO SUL-AMERICANO”, representando o Brasil, nos anos de 2009(Chile) e 2010(Argentina).
g) Duas vezes Campeão da “COPA INTERNACIONAL”, representando o Brasil, nos anos de 2009(Chile) e 2010(Argentina).
h) Convocado pela CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JUDÔ – CBJ, para participar do Treinamento de Campo “GRAND SLAM”, entre os dias 24 e 27/05/2010, na cidade do Rio de Janeiro-RJ.
i) Convocado pela CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JUDÔ – CBJ, para participar da “SELETIVA NACIONAL PARA O CAMPEONATO MUNDIAL SUB 20” (Agadir/Marrocos de 21 a 24/10/2010).
j) Vice-Campeão da “SELETIVA BRASILEIRA PARA O CAMPEONATO MUNDIAL SUB 20” (Agadir/Marrocos de 21 a 24/10/2010), na Categoria Leve (+ 66,0 kg até 73,0 kg), na cidade de Taguatinga-DF
k) Campeão das “OLIMPÍADAS ESCOLARES – ETAPA NACIONAL” – JEBs, do ano de 2010, na cidade de Goiânia/GO. Obs.: Gabriel Mendes com esta conquista tornou-se o primeiro judoca do estado de Alagoas a ganhar a medalha de ouro, dentre todas as edições das “Olimpíadas Escolares – Etapa Nacional – JEBs.
l) Convidado pelo “CLUBE DE REGATAS FLAMENGO/RJ” a integrar seu quadro de atletas, a partir do ano de 2011.
j) Integrante e Participante dos Treinamentos Físicos-Técnico-Táticos, do CLUBE DE REGATAS FLAMENGO/RJ, entre os dias 03 de janeiro e 03 de fevereiro de 2011.

Já andei em vários lugares de nosso estado e de nossa região, buscando meu aperfeiçoamento no Judô. Em nível de Brasil, fui a Bastos/SP, por duas oportunidades (2009 e 2010), para participar com o Sensei Uchiro Umakakeba do treinamento de verão “SHOTYUGUEIKO” – aproveitando o ensejo, fiquei por lá, em ambas as oportunidades, por quase 3 semanas.

Fui convocado pela Confederação Brasileira de Judô – CBJ, para integrar a Seleção Brasileira que participou dos treinamentos do “Grand Slam” no ginásio do Maracanãzinho, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, em 2010.

Fui convidado pelo Clube de Regatas Flamengo/RJ, para integrar seu quadro de judocas, fato que me deixou muito contente. Treinei no Flamengo por cerca de 30 dias, agora em janeiro e fevereiro de 2011, e acertamos nossa transferência, em definitivo, para o 2º semestre de 2011.

Desejo, que minha adaptação seja a mais rápida possível, não com relação ao clube em si, pois já conheço e sou ‘amigo’ dos treinadores e atletas, mas em relação à metrópole Rio de Janeiro e ao meu curso de Direito, que já iniciei aqui em Maceió, em fevereiro de 2011, pois a mudança é bem radical. Agora é só continuar cursando o meu 1º semestre de Direito e solicitar a transferência, para uma das Faculdades parceiras do Flamengo.

Todos daqui do meu estado, que acompanham a minha trajetória e principalmente meus técnicos e meu pai, viam a necessidade urgente, da minha saída para centros maiores de referência no Judô, creio que eles estão cobertos de razão. Na verdade à hora da mudança, já deveria ter acontecido neste início de ano, mas a falta de apoio e de interesse de nossos empresários, bem como a falta de condições financeiras de minha família, fizeram com que, prorrogássemos nossa ida para julho/agosto de 2011. Porém, meu “Sonho Olímpico”, continua mais forte do que nunca.

A dificuldade do nosso Judô alagoano, sempre existiu e não sei quando deixará de existir. Nossas áreas de treinamento são diminutas e ultrapassadas, nossos professores, apesar da boa vontade e da técnica apurada, carecem de viagens e reciclagem. Essa nossa dificuldade, creio que também seja pela distância entre o nosso estado e os grandes centros de Judô de nosso país; pela falta de recursos financeiros de nossa Federação; bem como, pela falta de apoio necessária de nossos empresários e governantes.

Acreditamos que, nossa união, raça, garra, determinação, vontade, técnica e a equipe de professores, fizeram com que, nossos resultados fossem positivos (temos vários atletas com títulos e posições de destaque, no cenário regional e nacional), mesmo vivenciando, toda essa falta de apoio e de oportunidades, dia após dia.

Como é difícil competir sem um bom suporte financeiro – patrocínio. Fica aqui, mais uma vez, o apelo aos nossos empresários e governantes, da imperiosa necessidade, de mantermos boas parcerias, para que os resultados continuem a acontecer. Peço também, àqueles empresários, que não têm experiência com a prática de patrocínio, que se informem com os que já possuem, para que também possam se beneficiar com esta união. Empresários e governantes procurem por informações sobre a Lei de Incentivo Fiscal na área esportiva, só assim conhecerão a contrapartida vantajosa que os esperam.

Ah!!! Se não fosse minha família!!!....................

Acredito que, resultados significativos não acontecem se não existir por trás e servindo como base do atleta, uma família forte e unida, ou até mesmo, pessoas que consigam realizar este papel familiar. Queria destacar o apoio emocional e financeiro de meus avôs [paternos Murillo e Celina (in memoriam) Mendes; maternos Álvaro (in memoriam) e Jandete Vieira; aos meus tios (as) e primos (as), em particular ao meu tio Cláudio Mendes; e aos amigos e amigas, que sempre torcem pelo meu sucesso.

Quero agradecer, especialmente, a minha mãe Ana Cláudia, a minha irmã Daniela e a meu pai Paulo Mendes, que além de pai, ex-atleta de Judô e principalmente de boxe, é Professor de Educação Física, e o grande responsável pelo meu condicionamento físico-nutricional e até mesmo emocional (psicológico), devido a sua vasta experiência nos esportes de lutas e em treinamento desportivo.

Mais Agradecimentos...

OBRIGADO a vocês que fazem o “Judô Família Fontes” - grande veículo de integração e desenvolvimento do nosso Judô - pela oportunidade de mostrar minhas experiências e títulos obtidos neste esporte, que tanto tem me completado, não só como desportista, mas principalmente, como ser humano, que busca um constante aprendizado de vida.

OBRIGADO a todos os meus Senseis – Samuelson, Jivaldo Santos, Nilson Gama, José Filho, Julio Edgardo e em especial ao Sensei Weydner Wellisson, pois sem a participação deles, estes resultados não teriam acontecidos.

OBRIGADO, mais uma vez, aos meus pais, irmã, avós, tios, primos, amigos e torcedores, que acompanham e vibram com minha trajetória, neste difícil e pedregoso caminho, rumo ao ponto máximo almejado por qualquer atleta, as OLIMPÍADAS.

OBRIGADO, a Deus, sobretudo, pelo dom e pela vontade de que me faz merecedor.


FRASES DE IMPACTO DO ATLETA DE JUDÔ GABRIEL MENDES

"Agora em 2010, vou com tudo em busca desse ouro das Olimpíadas Escolares Nacional, será uma conquista inédita para o estado de Alagoas e eu quero ser o personagem principal dessa história".

“Vou me dedicar ainda mais a essa Olimpíada Escolar Nacional, sem me descuidar do Vestibular – ENEM, que também é muito importante para mim, mas essa será a minha última chance de conquistá-la”.

"Este ano de 2010 foi ainda melhor do que o de 2009, pois conquistei, mais uma vez, o Campeonato Sul-Americano e a Copa Internacional de Judô; além de ter sido Convocado pela CBJ para o Treinamento Internacional do 'Grand Slam', como também fui Vice-Campeão da Seletiva Brasileira para o Campeonato Mundial (Marrocos) e agora coroei meu ano, com o título inédito para o nosso estado, fui Campeão das Olimpíadas Escolares - Etapa Nacional - JEBS".

"Graças a Deus em primeiro lugar, à minha dedicação aos treinamentos; aos meus treinadores e em especial ao meu pai Paulo Mendes; aos meus familiares; aos amigos/companheiros de treinamentos e aos amigos torcedores; eu consegui este título, a Medalha de Ouro das Olimpíadas Escolares Brasileira de 2010, que é inédita para nosso estado e que é tão 'brigada', desejada e sonhada por todos os atletas".

“As Olimpíadas Escolares Nacional – JEBS é um dos maiores eventos do esporte brasileiro em todas as modalidades esportivas. No judô, por exemplo, nossos grandes atletas/campeões como: Aurélio Miguel, Rogério Sampaio, Tiago Camilo, Carlos Honorato, Leandro Guilheiro, Flávio Canto, João Derly, Luciano Correia, Mayra Aguiar, Vânia Ishii, Daniele Zangrando etc., foram atletas de Olimpíadas Escolares, além de serem grandes Campeões da Vida, exemplos a serem seguidos”.
Comemorando Com Seu Técnico Weydner Wellisson nas Olimpíadas Escolares Etapa Nacional-JEBs 2010, em Goiânia/GO – Campeão
Olimpíadas Escolares Etapa Nacional-JEBs 2010, em Goiânia/GO – Campeão
Chegado ao Aeroporto de Maceió - Brasileiro Nacional - Campo Grande/MS 2007- 3º Lugar

Divulgação Judô Família Fontes
Ricardo Fontes

Faça como Gabriel e tantos outros atletas que acreditaram em nosso trabalho e enviaram suas história, onde o mundo todo esta conhecendo a aprovando cada um deles.
Obrigado á todos que estão apoiando esta idéia.

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História de Davi Kaled Loureiro, Foi amor a primeira queda!

domingo, 20 de março de 2011.
Davi Kaled em um belo ippon.
Como toda boa criança bem levada e sapeca, sempre fui muito bagunceiro e "elétrico".

Quando pequeno, adorava assistir filmes de ação com estrelas famosas de Hollywood no cenário das artes-marciais, como : Steven Segal, Jack Chan, Van Dame e outros. E todos aqueles movimentos, posições, demonstração de coragem e garra me facinavam.

Meu sonho quando criança era praticar um esporte como "Karate", ou qualquer coisa que envolvesse luta.

Foi então no ano de 2004 , na cidade de Maceió-AL (de onde sou natural) que o judô entrou na minha vida.

Meu pai Alexandre já havia praticado judô quando mais novo (assim como meus tios e avô), e como adorava o esporte começou a insistir para eu entrar na turminha de iniciantes que tinha em minha antiga escola (Colégio O Patinho Feio).
Depois de muita insistência de meu pai, e com o apoio de minha melhor amiga Bhárbara, que já praticava judô a alguns anos, resolvi fazer uma aula experimental.

Foi amor a primeira queda! Foi aí então que percebi que o tatame era meu lugar.

Como eu era muito ruim de bola e no colégio todos caçoavam de mim por conta disso, então ali no tatame eu me senti igual a todo mundo e bem acolhido. 

Jivaldo Santos, um segundo pai pra mim, meu primeiro e eterno mestre. O cara que ajudou a mudar minha vida e a tomar gosto pelo esporte. Com ele passei as primeiras sagas da minha vida no judô e Conquistei títulos importantes como: 3 títulos estaduais consecultivos, Ouro no Campeonato Brasileiro Regional de Judô sub-13(2008), e um inesquecível Bronze no Campeonato Brasileiro de Judô sub-13 (2008) , e várias copas pela região do nordeste. Éramos fortes de espírito e de judô, porém fraco de "money". Tudo que consegui até aí foi com esforço dobrado, muita coragem e garra.

Devido a problemas da direção do clube onde eu treinava, a luz do dojo foi cortada, e para não ficar sem treinar pois, campeonatos importantes se aproximavam, achamos o "gato" da salvação já que não tinhamos cão pra caçar no mato, então foi quando compramos luzes florescentes de emergência para utiliza-las no dojo, porém, muitas vezes tínhamos de treinar no escuro pois as luzes falhavam ou acabava a carga no meio do treino. Mas sempre com bom humor seguimos treinando firme, afinal, se não desse certo a vida no judô normal eu poderia tentar as para-olimpíadas para cegos já que estava acostumado a treinar na escuridão.

A vida continuou seguindo e por força do destino fui forçado a mudar de clube. Mudei de colégio (INTENSIVO) e comecei a treinar no dojo do mesmo, com o Sensei Charles Guimarães que por sinal é muito bom técnico, me treinou forte e consegui títulos importantes como : Bronze no Campeonato Brasileiro Regional (2009), Vice-campeão brasileiro regional (2010), Ouro e Bronze na Copa Minas Tenis Clube de judô (2009/2010), Bronze nas Olimpíadas Escolares (2010), 2 Campeonatos estaduais. Mas os títulos mais marcantes e mais importantes da minha vida foram o Vice-campeonato Brasileiro (2009), e o Vice-Campeonato Sul/Pan-Americano (2009).

Como sempre tive muita sede de aprendizagem e conhecimento de judô, e como todo atleta de um estado pequeno sonha em fazer parte de um dos grandes clubes do Brasil e estar entre as potências de sua nação, resolvi que era hora de mudar e procurar um centro de treinamento mais forte.

Foi em 2009, quando comecei a ser convidado a participar de "peneiras" (seletivas) para clubes do sudeste e do sul do Brasil perante bons resultados em competições.
Então iniciei minha jornada "nômade" pelo território brasileiro. Com muito esforço e raça, passei em todas as "peneiras" que participei, porém, não me identifiquei com as condições propostas pelos clubes e fiquei quieto por um tempo.

Do nada fiquei sabendo através de uma amiga de treino que em Bauru iria acontecer uma seletiva para integrar a equipe do SESI SÃO PAULO, clube que acabara de começar um projeto que estava sendo bem conceituado.

Mandei meu curriculum e fui chamado para participar da seletiva, ao qual consegui com muita vontade, vencer todos os combates e ser aceito no clube. Clube onde me identifiquei bastante com sua filosofia, seu estilo de treino e seus atletas que mais tarde se tornariam meus colegas de luta.

Aqui no Sesi, estou escrevendo mais um capítulo importante numa página em branco do livro da vida. Tenho ótimas espectativas, e tenho certeza que ao lado de meus companheiros de treino e do grande e admirável mestre, Sensei Marinho Esteves, vou aprender muito, acrescentar muitas coisas boas ao meu judô, além de guardar novas e importantes histórias de vida em minha memória.

Obrigado Judô Família Fontes por essa oportunidade de estar dividindo um pouquinho de minha vida e de minhas boas lembranças com todas as pessoas que fazem uso desse maravilhoso site como meio de informação e interação com o judô nacional. É realmente gratificante!

AGRADECIMENTOS

Gostaria de agradecer primeiramente a Deus por me propor tamanhas experiências de vida e gratificantes lembraças que ficarão para sempre guardadas em minha memória.

Quero agradecer também ao meu primeiro sensei, Jivaldo Santos, por ter sido um segundo pai para mim e por ter me dado muita força em todos esses anos de luta.

Agradecer a minha família que deu forças e me ergueu quando necessitei de uma mão, que sempre me amaram e acreditaram em mim, independente de vitória ou derrota.

Sou grato ao SESI SP, ao sensei Marinho Esteves e aos meus amigos de treino que têm me ajudado a evoluir como judoca e como pessoa.

Sou muito mais grato aos meus adversários, que em cada esbarrão que deram em mim, eu pude aprender com isso e me tornar mais forte ainda.

Mas em especial, quero agradecer a uma pessoa que esteve comigo nos melhores e nos piores momentos da minha vida, uma pessoa que além de grande mestre, conseguiu me educar e fazer de mim um cidadão de bem, pois tudo o que EU SOU e tudo que EU TENHO, eu devo a você meu grande herói! EU TE AMO PAI!

Nós do Judô Família Fontes conhecemos o Davi na seletiva que foi no final do ano de 2010, aqui na cidade de Bauru, onde pudemos já de primeiro momento acolhe-lo como filho, o filho homem que não consegui ter, pois tenho 3 maravilhosas filhas, onde duas treinam com Davi, ao qual tem ajudado muito a evoluir o judô de ambas, com sua experiência e vivência no esporte.

Quero dizer também que tive a oportunidade de conhecer seu pai Alexandre na mesma data e juntos fomos até viajar para o torneio de Lins, onde também descobrimos que estavamos conhecendo um verdadeiro amigo e parceiro que queremos guardar para o resto de nossas vidas, sendo aqui no SESI ou em outro clube que Davi ou minhas filhas forem no futuro, a amizade tem que imperar para o resto da vida.

No começo do ano conhecemos sua mamãe Larizza que por sua vez não é nada diferente dos dois, sendo o pessoa amável e que trata o ser humano conforme ele merece que é com amor e lealdade, agora falta somente conhecer sua irmãzinha, mas creio que não irá faltar oportunidade, pois até seu avô conhecemos em uma rápida passagem por Bauru para matar a saudade de seu neto Davi.

Digo que no começo o mais famoso Davi Macachera Cuscuz, ficou bem abatido devido a saudade de seus pais que ficaram em Alagoas, mas com o passar dos dias ele foi vendo que era isso mesmo que queria e agora esta firme e forte para encarar essa nova empreitada de sua vida.

Queremos lhe dizer Davi: " Que já amamos muito você e que já faz parte de nossas vidas, onde torcemos por você, se alegramos em suas vitórias, choramos em suas derrotas, sentimos suas dores em suas contusões e ficamos felizes quando se recupera, contamos muito com você para que juntos conquistemos vagas na Seleção Brasileira de Judô".

Obrigado meu amigo por essa linda história e como sendo você, todos já irão entender o porque de ser tão engraçado lendo o início da história.

Divulgação Judô Família Fontes
Ricardo Fontes

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História de Gustavo Trevisan, uma grande carreira que se inicia.

quarta-feira, 16 de março de 2011.
Olá sou Alessandro Trevisan, aqui falo do meu filho Gustavo Trevisan, o qual começou Judô com 3 anos e meio, e hoje este está com 7 anos.

Ficou um ano e meio na faixa branca, com 6 meses de judô, arrebentou no seu primeiro festival, e por ai não parou mais, ficou um ano de faixa vinho e agora pegou a faixa cinza, sempre tendo um início com uma ascensão muito perceptiva.

No ano de 2009, foram 10 campeonatos sendo oito primeiros lugares e dois terceiros.

Já no ano de 2010, foram treze campeonatos, sendo 12 primeiros e um terceiro.

Neste ano de 2011, apenas um campeonato e um segundo lugar.

Atualmente treinamos na Associação Pessoa de Judô, com a Sensei Solange Pessoa, aonde também treinamos no Corinthians, treinamos todos os dias das 19hs até ás 22hs, um bom atleta sempre tem que estar preparado.

Hoje o Gustavo luta na categoria mirim/ligeiro de 23 até 26 kilos, ele tem 24 kilos, e não tem medo de lutar com ninguém, o ano passado no torneio do Corinthians, lutou na categoria de cima, e ganhou, e lembrando sempre do princípio que lutar sim, brigar nunca.
Gustavo Trevisan com sua Sensei Solange Pessoa.
Familia Trevisan unida no pódio... A base de um grande atleta começa pela família... Parabéns
Nós do Judô Família queremos em primeiro lugar agradecer á Deus, por nos dar a oportunidade de conhecer pessoas como a Sr. Alessandro Trevisan que acreditou em nosso trabalho e enviou a história de seu filho o pequeno grande homem Gustavo, que já vem obtendo seus grandes resultados.

Esse é o nosso trabalho, divulgar histórias dos atletas que estão consagrados, dos atletas que ainda estão buscando seu espaço e de crianças como o Gustavo que ainda esta na categoria mirim, mas logo quando estiver no adulto e na Seleção essa história permanecerá aqui e todos poderão ver como foi o seu início.

Obrigado novamente e que Deus abençoe todos.

História escrita por Alessandro Trevisan e enviada para o email judofamiliafontes@gmail.com, faça isso você também que será uma honra para nós publicarmos aqui.

Divulgação Judô Família Fontes

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História de Pedro Medeiros Delgado, de Bebezão para um Paizão.

terça-feira, 15 de março de 2011.
Tudo começou em 1996 quando meu pai um admirador de esportes resolveu me colocou no judô, pois ele mesmo já havia praticado o judô no passado e queria que desde pequeno eu já estivesse em um meio de disciplina e ensinamentos para que eu me desenvolve-se da melhor forma possível, então meu pai me colocou na academia do Sensei Artêmio que por ser meu padrinho de batismo sempre teve um vínculo forte com meu pai. No começo claro nada passava de brincadeiras, ensinamentos básicos nunca tive o que reclamar.

Até então sempre tive aulas com o Sensei Artêmio e depois alguns auxiliares do dojo como o Sensei André e mais tarde o Sensei Marcos, com o tempo participei de alguns festivais e campeonatos amistosos, sendo que o meu primeiro campeonato foi no mesmo ano do meu ingresso ao judô em 96 mostrando então um grande desejo por campeonatos e vontade de ser um atleta de "peso".
Passado alguns bons anos sempre competindo desde festivais a alguns campeonatos já oficiais eu nunca me separei do judô, mas também nunca chegou a ser algo que era levado totalmente a sério até que certa vez meu pai se atrasou para me buscar no treino e para não ficar esperando acabei treinando também nos treinos dos mais velhos acredito que na época eu tinha algo entre 8 a 10 anos e o pessoal tinha entre 16 a 19 e era um treino com finalidade a aprimoramento e competições.

Meu pai após o treino me perguntou se eu não tinha gostado e se não gostaria de praticar os 2 treinos o meu e o dos mais velhos e então eu aceitei.
Passaram-se mais alguns bons anos até que os meninos da minha idade pararam de treinar e um grupo grande foi lentamente reduzido até que por fim só restou eu, então determinado comecei a treinar apenas com os mais velhos. Nessa época treinei e aprendi com muitos professores que ajudavam e auxiliavam o Sensei Artêmio, tive aula com quase todos os Senseis de Bauru e treinei com incontáveis pessoas, muitas que permanecem no judô até hoje.
No começo eu era o garotinho da mamãe que vivia chorando quando perdia e nunca aceitava a derrota, porém através de experiência, aprendizado e disciplina melhorei meu comportamento e minha técnica e não demorou para que eu colhe-se os frutos.
Conquistei ainda jovem alguns títulos já de importância como Campeão Regional em 2001 e 2º no Inter-Estadual e Campeão Regional em 2003 e no mesmo ano de 2003 conquistei o que até hoje é meu maior título 2º lugar no Campeonato Sul Brasileiro em Maringá-PR que consegui ir através de uma seletiva em SP na qual fiquei em 3º lugar, na época era o máximo que minha categoria poderia me levar eu estava feliz para alguém que sempre era chamado de "Chorão" e "Peidorreiro" (Eu tinha alguns péssimos costumes hehe) foi um momento inesquecível.

Mas nem tudo na vida é um mar de rosas e logo vieram os problemas, não era fácil treinar no meio de pessoas mais velhas e um mal que isso trás são constantes lesões e eu como sempre fui muito desatento e desastrado, até hoje vivia tendo lesões desde simples torções ou alguns dedos trincados até algumas fraturas e alguns problemas mais sérios como uma vez que cheguei a ficar afastado quase 3 meses e meio por um problema no ligamento do joelho esquerdo, mas com o passar do tempo fui criando cada vez mais receio ou até mesmo medo pelo treino e acabava inventando desculpas para não treinar até que após uma conversa seria com meu pai e meu Sensei Artêmio resolvemos que para meu bem como eu não tinha pretensões de parar com o judô eu mudei de academia indo para a Associação Luso Brasileira.

Um recomeço que me trazia felicidade, pois lá encontrei não só pessoas da minha idade, mas valiosos amigos que guardo até hoje, junto com o Sensei Sérgio Caumo que foi como um segundo pai para mim me ensinou muito sempre com bom humor e histórias incríveis de vida.
Treinando cada vez mais fui crescendo e desenvolvendo meu judô, sempre com a cabeça no chão e nunca perdendo a humildade ou o respeito. Conquistei no tempo em que estive no Luso 3º Lugar Campeonato Beneméritos por Equipe em SP (2005), 5x Campeão Regional (2005/2006/2007/2008/2009), 2x Campeão Inter-Estadual (2007/2009), 2x Vice-campeão Inter-Estadual (2005/2006), 1x Terceiro colocado no Inter-Estadual (2008), 2º Lugar na Copa São Paulo (2007), 3º Colocado Copa São Paulo (2009). Em 2009 tive ainda a oportunidade de ser convocado para ser integrante da equipe de São Paulo do masculino juvenil para disputar o Brasileiro por Equipes, mas devido a uma fratura no calcanhar não pude aceitar o convite.

Os anos passaram rápido e maravilhoso, porém enfrentei um mesmo problema, muitos alunos cresceram, foram para universidades e encerraram sua carreira e então pouco a pouco o número da minha grande família foi diminuindo. Cada vez mais desmotivado e ainda com um calcanhar quebrado uma luz surgiu em meio de tanta tristeza: O Projeto SESI SP que começou no ano de 2010.

Fui escolhido como um dos integrantes dos atletas de rendimento do Sensei Marinho, porém meu início no SESI não foi muito bom, pois estava voltando de uma contusão e estava 12 kg mais pesado então com muito esforço e determinação passei por meses difíceis, mas consegui perder até a mais e desci de categoria pela primeira vez na vida conheci a palavra "dieta pré campeonato” (confesso que era muito mais difícil do que eu imaginava). Com minha família muito maior dessa vez, treinei como nunca chegando ao limite e ao extremo do cansaço, mas foi tudo recompensado.

Ainda no ano de 2010 fui campeão no Regional e Inter-Estadual e pela primeira vez consegui medalhar no paulista conseguindo um 3º lugar, um momento muito marcante, pois até então o fantasma do paulista tinha deixado de existir. Já se faz 1 ano desde então que estou no SESI e procuro todo dia aprender e passar minha experiência com todos e sempre aprender e crescer com os ensinamentos do Sensei Marinho que mesmo por pouco tempo já se mostrou uma pessoa que merece uma admiração e confiança muito grande.

Agradecimentos

Agradeço do fundo do meu coração a todos aqueles que sempre me apoiaram: meus pais que nunca desistiram e sempre estiveram presentes; todos os Senseis que buscaram me ajudar e me instruir dentro e fora do tatame sendo os pilares fundamentais do meu crescimento; todos os amigos que fiz dentro do judô que sempre me apoiaram e me ajudaram a evoluir e meus adversários que sem eles nunca teria crescido com as vitórias e derrotas.

Um agradecimento especial ao Judô Família Fontes por que só quem convive diariamente com vocês e acompanham seu blog é que sabe o quanto vocês se dedicam de coração ao judô. Um obrigado pela oportunidade de reconhecimento é muito legal. Obrigado

"Meu único desejo é sempre conseguir realizar minha maior vontade dentro do judô: aquele sentimento gostoso de auto-satisfação após um campeonato que não importa se você foi o vencido ou o vencedor, mas você deu o seu melhor".

Nós do Judô Família Fontes tivemos a oportunidade de conhecer o Pedrão quando ainda Bibi e Gigi Fontes treinavam e lutavam pela Bushidô, mas desde lá já pude perceber e reconhecer à educação, o respeito, a humildade, a essência do Judô estampada na vida do Pedrão.

Quero dizer que sua história é muito linda e mostra que na vida temos que passar as etapas diariamente sem ter que derrubar ou pisar em ninguém, pois as oportunidades vão chegando lentamente e diariamente, portanto temos que saber agarrá-las com unhas e dentes.

Pedrão você posso dizer que é um exemplo de atleta e quero externar esse elogio aos seus pais que realmente estão sempre próximos na medida do possível, mas que te deram uma educação de príncipe.

Um forte abraço do Judô Família Fontes e que você venha alcançar o seu sonho dentro desse esporte lindo, pois quero te dizer que minhas filhas tem aprendido muito com você e esse carinho e dedicação que você tem com elas, jamais poderei recompensar, mas Deus lhe recompensará.

História escrita por Pedrão.

Divulgada por Judô Família Fontes

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