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UM OLHAR TRADICIONAL SOBRE A CONTEMPORÂNEA FILOSOFIA DO JUDO,

segunda-feira, 15 de novembro de 2010.
15/11/2010

Por:Clóvis Corrêa Luiz Júnior,Giovanna Carla Interdonato, Bianca Miarka e Márcia Greguol.

RESUMO

Este estudo teve como objetivo investigar qual a opinião dos mestres mais graduados em judô do estado do Paraná sobre a atual conduta dos judocas diante dos valores tradicionais da filosofia do judô. Para isso, foi realizada uma pesquisa de caráter qualitativo. A amostra foi composta por três senseis. A coleta de dados foi realizada através de entrevistas. Os resultados demonstram que os senseis acreditam que houve grandes mudanças por parte dos atletas em relação à valorização da filosofia do judô. No entanto, eles enfatizam que existe uma pequena minoria que cultiva os valores tradicionais da filosofia do judô.
Palavras-chave: Filosofia, Judô, Tradicional

INTRODUÇÃO

Atualmente um dos assuntos que vem causando certa polêmica e que é dificilmente abordado é a questão dos princípios filosóficos do Judô, pelo fato de que a modalidade, na maioria das vezes, vem sendo vista e praticada apenas com caráter competitivo, esquecendo-se dos valores que abrangem esta arte marcial.
O objetivo do estudo foi investigar quais as percepções que alguns senseis apresentam sobre a aplicação atual dos princípios filosóficos originais do judô.
Com tal estudo será possível ponderar sobre como vem se tratando da parte filosófica que é parte fundamental do judô criado por Jigoro Kano (VIRGÍLIO, 1986).
JUDÔ: RAÍZES E CRIAÇÃO UM BREVE RELATO

As artes marciais foram praticadas no Japão durante o período feudal, como a lança, arco e flecha, esgrima e muitas outras. O jujutsu era uma delas, também chamado Taijutsu e Yawara. Era um sistema de ataques que envolvia projeções, pancadas, cuteladas perfurantes e lacerantes, estrangulamentos, cotoveladas, joelhadas e imobilizações do oponente, bem como a defesa contra esses ataques.

Embora as técnicas do jujutsu fossem conhecidas desde os tempos mais primitivos, até a última metade do século XVI o jujutsu não era praticado nem ensinado sistematicamente. Durante o período Edo (1603-1868) transformou-se numa arte complexa, ensinada por mestres de numerosas escolas (KODOKAN, 1994).

Um rapaz filho de imperadores japoneses como o nome de Jigoro Kano buscou no Jujutsu uma saída na qual pudesse desenvolver suas capacidades físicas e melhorar sua qualidade de vida, por ser um rapaz de porte físico fraco, por volta de 1,50m e 50 kg, e apresentar uma saúde debilitada. Kano tinha como principal objetivo aprender esta arte para resgatar o prestígio do país, que passava por fortes mudanças com a entrada da cultura estadunidense, e também tinha o propósito de utilizar a arte marcial para educar não apenas o corpo, mas a questão moral e intelectual do indivíduo. Ele possuía um senso crítico por ser um estudante universitário, o que foi importantíssimo para ele começar a fundamentar o seu aprendizado de jujutsu junto à ciência, tendo a base científica para fundamentar a arte que estaria para criar. Percebeu então que poderia realmente utilizar destas técnicas com pressupostos pedagógicos para trabalhar o caráter do indivíduo. Depois de algum tempo, no fundo de um templo, chamando eishoji, funda o Kodokan, (que “ko” significa divulgar, “do” significa caminho, doutrina da vida e “kan” é local), ou seja, local para divulgar doutrina da vida, onde começou a ensinar o Judô. Com isso Kano saiu totalmente dos padrões de nomes das academias de jujutsu que eram todos relacionados à guerra.

Nesta época ainda não se denominava Judô, então Kano conservou a primeira letra Ju de jujutsu e substitui o jutsu, que significa aprimoramento da arte, por do, que tem um significado amplo de caminho, como doutrina da vida, caminho da vida que o indivíduo deve seguir até a morte.

A filosofia de Jigoro Kano tinha como objetivo, de acordo com TAKAGAKI, SHARP, 1997) apud MIARKA, (2006), divulgar, através da arte chamada agora de Judô, sua prática em princípios filosóficos para torná-la um meio de aprimoramento físico, intelectual e do caráter, em processo de aperfeiçoamento geral do ser humano.
Para isto o Kano fundamentou a filosofia do judô em duas máximas e nove princípios, os quais caracterizam a verdadeira essência da filosofia judoística.

Virgilio (1986) comenta que, independente do objetivo com que se pratica Judô, tanto para fins recreativos ou competitivos, os princípios e a filosofia do judô devem ser constantemente embutidos em seus praticantes de maneira séria e responsável para que haja um progresso técnico e filosófico. Em 1938, em uma reunião do Comitê Olímpico em Cairo, Egito, com objetivo de levar as Olimpíadas de 1940 para o Japão, Kano ao ser entrevistado por um repórter disse que: “Judô tem toda característica de esporte competitivo, mas tem algo mais que é subjetivo, que é a essência do judô, que é formar caráter do indivíduo através da prática das técnicas; se incluírem o judô nas olimpíadas esta essência se perderá.”

O crescimento do judô em todo o mundo foi lento, mas constante. O impulso decisivo aconteceu nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 64, quando se tornou realmente um esporte olímpico de projeção internacional. A partir deste marco o Judô começou a se distanciar de sua filosofia e ser encarado apenas como uma forma de disputa. Logo, torna-se instigante investigar, pelo exposto, como os senseis mais tradicionais e graduados do estado do Paraná vêem este fenômeno atualmente.

MÉTODOS

Este estudo de natureza qualitativa teve por objetivo investigar a opinião dos mestres mais graduados em judô do estado do Paraná sobre a conduta dos judocas atualmente em relação aos valores da filosofia do judô. O método qualitativo possui a característica de ter como objeto situações complexas ou estritamente particulares. Pode não só descrever a complexidade de um problema, como também compreender e classificar processos dinâmicos de grupos da sociedade e, inclusive, contribuir para processos de transformação de certos grupos sociais. De acordo com Minayo (1994), a metodologia qualitativa é indicada ao reconhecimento de situações particulares, grupos específicos e universos simbólicos que, neste caso, vinculou-se à atual filosofia do judô na visão de mestres tradicionais desta arte.

O estudo foi realizado em duas etapas. A primeira foi a realização de uma revisão de literatura do tema em questão. A segunda correspondeu à entrevista que foi realizada através de um questionário elaborado pelos pesquisadores, o qual faz inferência ao tema questionado foi aplicado a uma amostra composta por três senseis, com idades entre 60 a 70 anos, com graduações acima do 7º Dan no Judô, todos portadores de diploma de nível superior e residentes no estado do Paraná.

As questões buscaram contemplar a temática e os elementos importantes a ela subjacentes sendo divido em três etapas:

1. Dados de identificação: Nome, idade, descendência etc.

2. História e trajetória de vida: “Com quantos anos se iniciou no Judô?”, “O que
significa a Filosofia do Judô para você?” etc.

3. Concepções dos senseis em relação à Filosofia do Judô: “Qual a sua visão da Filosofia do Judô em relação aos atletas atuais? Ela é praticada? Por que?”, “Quais os aspectos da filosofia do judô que o atleta pode levar para a sua formação e exercer seus direitos de cidadão ?”, etc.
Os dados obtidos foram analisados descritivamente por meio da Técnica de Análise de Conteúdo em que se tratou de descrever os conteúdos conforme análise que visou subtrair das comunicações, indicadores (qualitativos ou não) que possibilitassem fazer inferências de conhecimentos relativos às condições que permearam a emissãorecepção da mensagem comunicada.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados mostraram que os senseis acreditam que a filosofia do Judô continua a mesma desde que foi criada, mas a maneira de como esta filosofia vem sendo transmitida e empregada se modificou bastante, em todos os segmentos, desde os professores de academia no processo de ensino aprendizagem até os dirigentes na questão organizacional. De acordo com um dos entrevistados: “Anos atrás a formação dizia muito sobre o judoca, de onde foi formado, se o sensei era bem conceituado, mas na atualidade leva-se pouco em consideração esta referência. Acima de tudo, tem que gostar da modalidade, abraçá-la e levar junto seu semelhante. O mais difícil no Judô atualmente é administrar as vaidades, as mesquinharias. Só então quando isto se modificar é que poderemos adotar a filosofia do judô na teoria e também na prática”.

Este fato corrobora com o estudo realizado por SANTOS et al, (1990), o qual teve por objetivo analisar o conhecimento dos judocas em relação aos princípios filosóficos do judô. De acordo com o estudo, os judocas disseram que possuem o conhecimento de que a filosofia do judô existe. No entanto, cerca de 74% dos entrevistados não sabia dizer nenhum dos princípios que são aspectos primordiais da filosofia do judô. Logo os autores concluíram que a filosofia do judô está perdendo sua ideologia e deram como explicação ao fato a metodologia de ensino que os técnicos estão utilizando em seus treinamentos, em que adotam como objetivo apenas o rendimento esportivo. É válido ressaltar que um fator que pode justificar o não conhecimento da filosofia do judô são as diferenças culturais entre o oriente e o ocidente. De acordo com o estudo de Borges (2003), a falta de conhecimento ocorre pela confusão entre espiritualidade e religião, dando margem a diferentes interpretações e não entendimento, principalmente quando ocorre a falta de embasamento teórico.

Desta forma, faz-se necessário que seja transmitida a filosofia proposta pelo criador Jigoro Kano com os significados dos conceitos, os princípios e as máximas judoísticas.

Quando abordados sobre os benefícios da filosofia para a personalidade do indivíduo, as respostas foram unânimes. Todos disseram concordar que ela realmente tem a contribuir para os atletas. “A filosofia do judô leva a refletir que judô não é a ‘poção mágica’ que possa trazer todas as melhorias, mas através desta arte marcial, da experiência pessoal, pode-se aconselhar e demonstrar que a filosofia que em qualquer atividade que venha a exercer, dar o máximo de si, usando a capacidade individual racionalmente para que venha trazer benefício para a sociedade em todos os segmentos da vida, pessoalmente, profissionalmente, contribuir para a sociedade em todas as áreas que um judoca atua, sendo o melhor possível”.

De acordo com os senseis entrevistados, o judô atualmente vem sofrendo mudanças em todos seus aspectos principalmente os relacionados aos valores judoísticos fato este que eles atribuem principalmente ao caráter competitivo do esporte atualmente.

Para eles o judô nunca deveria ter sido olímpico, “aprimorou-se a prática e se esqueceu da filosofia e dos valores”. De acordo com a fala de um deles, um exemplo disto: “Em competições atualmente mal fazem esta saudação, e não se pode deixar a área de combate antes de saudar o adversário, mas o que se vê é atleta saindo correndo, comemorando, indo abraçar pai, mãe, namorada etc. O árbitro não pode arrastar o atleta de volta e abaixar a cabeça do atleta, então é preciso que sejam ensinados os bons modos”.

Quando perguntado sobre o que fazer para reverte esta situação, os mesmos disseram que: “A filosofia não pode ser mudada, mas pode ser adaptada à realidade da sociedade em que se vive, porém a essência de formar bom cidadão não deve ser modificada”. De acordo com os senseis, este processo de descaracterização do judô é dificilmente reversível e seria necessário que as federações e confederações se conscientizassem e buscassem alternativas para tentar modificar esta realidade.

CONCLUSÃO

Pode-se notar que os senseis mais graduados acreditam que houve grandes mudanças no modo de ensino da filosofia do judô, principalmente pela modalidade ter sido transformada em esporte mundial, em que se visa principalmente o rendimento técnico e se deixa de lado a essência do judô. Acreditam também que o processo é muito difícil de ser revertido e que caminha para uma divisão entre Judô Competitivo e Judô Tradicional, porém ainda crêem que existem muitos judocas que praticam o verdadeiro Judô, apesar das mudanças ocorridas nos últimos tempos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALEIXO, Antônio Lopes. A Dimensão Social do Judô na Formação do Jovem. IN: THE SECOND INTERNATIONAL JUDO FEDERATION WORLD JUDO CONFERENCE. Munique, 2001.
BORGES, E. O judô e suas simbologias ocidentais. Disponível em: http.www.judobrasil.com.br. Acessado em: 2 de junho. 2003.
CARVALHO, Mauri. Judô: a arte de educar para enfrentar. IN: PALESTRA “JUDÔ: ÉTICA E EDUCAÇÃO”. 2006, Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: II Módulo de Estágio Técnico da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro, 2006
DEL VECCHIO, Fabrício Boscolo; MATARUNA, Leonardo. Jigoro Kano e Barão De Coubertin: nuances de um pré olimpismo no oriente. Capminas, 2003.
DRIGO, Alexandre Jonatta. Reflexões sobre a História do Judô no Brasil: A Contribuição dos Senseis Uadi Mubarac e Luis Tambucci. ______, 1997.
KODOKAN. What is Judo? 4ª ed. Tokyo, 1956.
LASSERRE, Robert. Judô: Manual Prático. 2ª ed. São Paulo: Mestre Jou, 1975.
MIARKA, Bianca. Efeitos de Diferentes Ações Musculares Pré-esforço na Realização do Special Judô Fitness Test. 2007. Monografia (Especialização Lato sensu em Treinamento Esportivo) – Universidade Estadual de Londrina.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento científico:Pesquisa qualitativa em saúde (2a. ed.). São Paulo: Hucitec-Abrasco 1994.
RUAS, Vinícius. Os Admiráveis Samurais e a Etnografia de Jigoro Kano. Rio de J aneiro, 1997.
SANTOS, Saray Giovana. Judô: Onde Está o Caminho Suave?. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desenvolvimento Humano, Florianópolis, n. 1 Vol. 8, 2006 SANTOS, Saray Giovana; MELO, Sebastião Iberes Lopes. Os "ukemis" e o judoca: significado, importância, gosto e desconforto Revista Brasileira de ineantropometria
& Desenvolvimento Humano, Florianópolis, n. 2 Vol. 5, 2003 SANTOS, Saray Giovana. et al. Estudo sobre a Aplicação dos Princípios Judoísticos na Aprendizagem do Judô. Maringá, 1990.
SILVA, Daiene; SANTOS, Saray Giovana. Princípios filosóficos do judô aplicado à prática e ao cotidiano. http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Ano 10 - N° 86 – julho. 2005.
TICHENOR, Clyde. The Philosophy of Judo. Encimo Judo Club, 1999.
VIRGÍLIO, Stanley. A Arte do Judô. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1986

Divulgação Judo Familia Fontes

Fonte: Elton Silva
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Equipe Sesi imbatível na temporada

quinta-feira, 11 de novembro de 2010.
11/11/2010
Bauru/SP

Os judocas do Sesi SP/Bauru venceram todos os torneios disputados nesta temporada. Além de ter conquistado as quatro fases do Circuito Regional de Judô, a equipe foi campeã geral na III Copa São Carlos, disputada no último dia 16, e também no Torneio Internacional Nelson Morimoto, realizado no último dia 30, em Presidente Prudente. O saldo foi de 199 medalhas, sendo 80 de ouro, 60 de prata e 59 de bronze.

O professor Marinho Esteves, técnico da equipe do Sesi, destaca o alto nível dos atletas participantes, em média 520 atletas por torneio, e não esconde sua satisfação com desempenho de sua equipe. Esteves destaca o atleta Vinícius dos Santos Vilela, que conquistou o título de campeão absoluto (peso livre) no Torneio Internacional Nelson Morimoto.

Esteves lembra que o Sesi firmou convênio com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel), que tem como empresa madrinha do projeto Acumuladores Ajax, abrindo mil vagas de judô em projetos sociais pela cidade de Bauru. A iniciativa irá beneficiar crianças, jovens e adolescentes que terão a oportunidade de praticar a arte marcial. “E é essa força da parceria que vem ajudando o Sesi se tornar uma das grandes forças do Judô nacional”, aponta o professor. O próximo desafio da equipe do Sesi SP/Semel/Ajax será dia 21 de novembro, em Lins, onde será disputado o Torneio Incentivo de Judô da Unilins.

Fonte: JCNET

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Bibi e Gigi Fontes conquistam ouro no 8º TORNEIO INTERNACIONAL DE JUDÔ NELSON MORIMOTO / APEA.

domingo, 31 de outubro de 2010.
Bauru - SP
31/10/2010

Ontem dia 30 de outubro de 2010 na cidade de Presidente Prudente/SP, Gabriela Fontes (Bibi) e Giovanna Fontes (Gigi), conquistaram a medalha de ouro em suas respectivas categorias.
Gigi Fontes no Pódio.
Gigi Fontes sagrou-se campeã na categoria Infanto Juvenil Pesado, pois a organização do evento mudou a tabela de pesagem e acabou ficando assim.

Bibi Fontes no Pódio.
Bibi Fontes sagrou-se campeã na categoria Infanto Juvenil Super Pesado, da mesma forma que sua irmã, através da mudança na tabela de peso.

Quero agradecer ao Sensei Marinho Esteves que tem feito com que essas garotas caminham na trilha dos seus sonhos, mostrando que para que ele realize basta muita dedicação, empenho, humildade e o principal que é o foco ligado naquilo que quer conquistar.

Agradecemos o apoio de:

PLASUTIL (A melhor empresa em utensílios de plástico do Brasil e do Mundo)
BAURUCEL (A melhor empresa em telefonia celular e aparelhos eletrônicos de Bauru e Região)
PRIMO SEGUROS (Uma empresa responsável para deixar a sua vida tranquila- Faça Seguros)
ACADEMIA GUARANÁ CLUBE (Uma Academia que tem tudo o que você precisa para ficar Sarado(a)).

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Ricardo Fontes
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SESI SP É CAMPEÃO POR EQUIPES DO 8º TORNEIO INTERNACIONAL DE JUDÔ NELSON MORIMOTO / APEA

Bauru/SP
31/10/2010

Neste sábado dia 30 de outubro de 2010 na cidade de Presidente Prudente/SP a ASSOCIAÇÃO SESI SÃO PAULO se sagrou campeã por equipes do 8º TORNEIO INTERNACIONAL DE JUDÔ NELSON MORIMOTO / APEA, que contou também com a participação de 545 atletas de 33 associações dos estados do MS, PR, MG, SP e da Argentina (Província de Formosa).

O SESI SP que foi representado pela equipe de Bauru/SP e pela equipe da própria cidade do evento, Presidente Prudente/SP e que juntas atingiram a maioridade dos pontos e sagrou-se campeã.

Além do troféu a Equipe SESI SP ficou com um televisor 29" que veio para Bauru/SP e um bicicleta que ficou com a Equipe de Prudente.

Quero aqui parabenizar o Sensei Marinho Esteves que esta dando novos rumos ao Judô Bauruense, bem como ao Judô de nossa região aqui de Bauru/SP.

Assim que a organização do evento me enviar a pontuação geral eu estarei publicando nesta postagem.

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Ricardo Fontes
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8º TORNEIO INTERNACIONAL DE JUDÔ NELSON MORIMOTO / APEA

31/10/2010

Neste sábado dia 30 de outubro de 2010, foi realizado na cidade de Presidente Prudente/SP um grande torneio de Judô, que teve por mais uma vez uma excelente organização do Sensei Nelson Morimoto.
O Ginásio de Esportes da Associação Prudentina de Eportes Atléticos (APEA), foi o grande palco do 8º TORNEIO INTERNACIONAL DE JUDÔ NELSON MORIMOTO / APEA, com a participação de 545 atletas de 33 associações dos estados do MS, PR, MG, SP e da Argentina (Província de Formosa).
Uma festa digna da grandiosidade de seus participantes. 
A abertura se deu as 9:40 com a composição da mesa de honra, da qual fizeram parte o Sr. Persio Menezes, presidente da APEA, Sr Walmir Wehbe, Diretor de Esportes da APEA, Sr. Marcio Gonçalves, Diretor de Patrimônio da APEA, Sr. Vantuil Pinto, 1º Secretário da APEA, Prof. Rocky Alan Lamers, representando a Academia Nelson Morimoto e a AJOP, Prof. José Ovídio Duarte da Silva, Vice-presidente da FJMS, Prof. Helder Faggion, Delegado Regional da FPrJ, Prof. Marciano Eduardo Cespedes, Presidente da Federacion Formoseña de Judo da Argentina, Profs. Kodanshas Yoshihiro Okano e Goro Kosaihira.
Logo após houve a execução do Hino Nacional Brasileiro, brilhantemente interpretado pela Sra. Regina Morimoto, e após o protocolo de abertura, o Grupo de Taykô YUUKIO GUMI, fez uma apresentação para todo o público presente.
E então teve o início do Festival, para crianças iniciantes, onde todos foram premiados com medalhas iguais e sem distinção de classificação. E posteriormente a parte competitiva, que teve um grande número de participantes, um ótimo nível técnico e muita determinação e garra.
Gostaríamos de parabenizar as associações, professores, atletas e colaboradores em especial os alunos e pais da Academia Nelson Morimoto, sem os quais o evento não teria acontecido. Também nossos agradecimentos a: BIOCAMPO NUTRIÇÃO ANIMAL IMPORTADORA E EXPORTADORA LTDA., CAMDA (COOPERATIVA AGRÍCOLA MISTA DE ADAMANTINA), CASA DAS CHAVES, CHARQUE FAVORITO, RAÇA FORTE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS, SOESP (SEMENTES OESTE PAULISTA), SINDICATO DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA DA ALIMETAÇÃO DE PRES. PRUDENTE, LOJA MAÇÔNICA, CLÁUDIA PRESENTES, ZANOELLO TROFÉUS E MEDALHAS, A PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO RAMALHO E DE JUNQUEIRÓPOLIS, AO SR. OSVALDO VERGÍNIO E AO DEPUTADO FEDERAL NELSON MARQUEZELLI, pelo apoio.
Mais uma vez Presidente Prudente brilhou com a presença de todos os amigos nesta grande festa.

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Ricardo Fontes
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SESI SP marca data definitiva para Seletiva 2010/2011.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010.
29/10/10
Bauru - SP
Como já noticiado neste site anteriormente que a Associação SESI-SP, havia marcado para dia 24 de outubro de 2010 uma seletiva para escolher novos atletas para fazer parte da equipe do Projeto Olímpico, mas devido a grande procura, noticiei novamente só que desta vez o adiamento da data, que posteriormente haveria ser marcada.

Portanto a data já esta marcada e definida, pois segundo o Sensei Marinho Esteves, que conversou comigo e me informou a mesma.

FIQUEM ATENTOS NA DATA E SEJAM BEM VINDOS PARA ESTA GRANDE SELETIVA.

DATA: 20 DE NOVEMBRO DE 2010
LOCAL: SESI-SP DE BAURU/SP.
HORÁRIO: A PARTIR DAS 9:00 HORAS

O que precisa para participar?
Basta estar fazendo sua inscrição com a ficha que já publicamos neste site na primeira notícia que publicamos aqui. Para isso basta clicar aqui e lhe redicionaremos para a publicação descrita.

Sejam Bem Vindos

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Ricardo Fontes
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Regras de Judô - POSIÇÃO E FUNÇÃO DO JUIZES

ARBITRAGEM
Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem

ARTIGO 7 – POSIÇÃO E FUNÇÃO DOS JUIZES

Os juizes auxiliarão o árbitro e sentar-se-ão em cantos opostos, fora da área de competição. Cada juiz deverá indicar a sua opinião fazendo o gesto oficial apropriado, sempre que a mesma seja diferente da do árbitro, quer na avaliação técnica, quer na aplicação do castigo anunciado pelo árbitro.

Se o árbitro expressar uma opinião de valor mais elevado que as dos 2 juizes no que respeita à vantagem técnica ou castigo, deve alterá-la para a do juiz que expressou o valor mais elevado.

Se o árbitro expressar uma opinião de valor mais baixo que a dos dois juizes no que respeita à vantagem técnica ou castigo, deve alterá-la para a do juiz que manifestou o valor mais baixo.

Se um juiz expressar uma opinião de valor mais alto que a do árbitro e o outro juiz um valor mais baixo, o árbitro mantém a sua opinião.

Se ambos os juizes manifestam uma opinião diferente da do árbitro e este não reparar nos seus gestos, deverão levantar-se, mantendo o gesto efetuado até que o árbitro repare e altere a sua decisão. Se depois de alguns segundos o árbitro não tiver reparado nos juizes que estão levantados, o juiz que estiver mais próximo do árbitro deve imediatamente aproximar-se e informá-lo da opinião da maioria.

O juiz deverá, através do gesto próprio, manifestar a sua opinião acerca da validade de qualquer ação junto ao limite ou fora da área de combate.

Qualquer discussão é possível e necessária somente se o árbitro ou um dos juizes tiver visto algo que os outros não viram e que possa alterar a decisão.

Os juizes devem também observar que os resultados registados pelo marcador estão corretos e em conformidade com os resultados anunciados pelo árbitro. Se devido a uma razão considerada necessária pelo árbitro, um competidor tiver que se ausentar temporariamente da área de competição, um dos juizes deve obrigatoriamente acompanhá-lo, a fim de verificar se não ocorre nenhuma anomalia. Esta autorização deverá ser dada em circunstâncias excepcionais (trocar o judôgi em caso de não conformidade com as normas).

APÊNDICE Artigo 7 – Posição e função dos juizes

O árbitro e os juizes devem abandonar a área de competição durante as apresentações ou qualquer demora no programa.

O juiz deve sentar-se com os pés afastados, fora da área de combate e deve colocar as mãos, com as palmas voltadas para baixo, nos joelhos.

Um juiz deve verificar se o quadro está incorreto e deve chamar a atenção do árbitro para o erro cometido.

Um juiz deve ser rápido a afastar-se e a retirar a sua cadeira, se a sua posição for perigosa para os competidores.

Um juiz não deve antecipar-se ao gesto do árbitro para assinalar um resultado.

Numa ação no limite da área de combate, o juiz deve de imediato fazer o gesto para mostrar se a ação foi DENTRO ou FORA.

Se um competidor tiver que mudar alguma parte do uniforme fora da área de competição e o juiz que o acompanha não for do mesmo sexo, um oficial designado pelo diretor da arbitragem deverá substituir o juiz a acompanhar o competidor.

Se a sua área de competição não está a ser utilizada e está a decorrer um combate na área adjacente, o juiz deverá retirar a sua cadeira se esta constituir perigo para os competidores.

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Fonte: AD São Caetano
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Flavio Canto e Rafaela Silva são convocados para Mundial de Judô.

29/10/10
Rio de Janeiro - RJ

Alvos de polêmica no Mundial Sub-20, Flavio e Canto e Rafaela Silva estão entre os convocados para o Mundial de Equipes, que começa neste sábado, na Turquia. A judoca fora cortada da competição de sua categoria por ter, segundo a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), deixado a concentração sem ter sido autorizada. Coordenador do projeto Reação, que revelou a atleta, Canto se insurgiu contra a CBJ, afirmando ser uma injustiça o ocorrido.

Além dos dois, a jovem Mayra Aguiar, que se despediu do Sub-20 com medalha de ouro, também está na equipe. No masculino, o Brasil terá a companhia de Georgia, Coreia do Sul, Japão, Mongólia, Rússia, França e Turquia. Já no feminino, os representantes são Japão, China, Holanda, Franla, Alemanha, Brasil e Turquia.

A seleção masculina, que foi prata nas edições de 1998 e 2007 e bronze em 2008, busca mais uma medalha. Enquanto a seleção feminina tem como melhor resultado um quinto lugar em 1998.

Pelo regulamento, há combates em cinco pesos para homens/mulheres: até 66kg/até 52kg, 73kg/57kg, 81kg/63kg, 90kg/70kg e acima de 90kg/acima de 70kg.

O treinador Luiz Shinohara convocou para a seleção masculina praticamente a mesma equipe que disputou o Mundial Sênior, em Tóquio, em setembro.

-66kg
Leandro Cunha (66kg).
Alex Pombo (66kg)

-73kg
Bruno Mendonça

-81 kg
Flávio Canto

-90kg
Rodrigo Luna

+90kg
Rafael Silva
David Moura (+90kg).

Equipe feminina (técnica: Rosicléia Campos)

-52kg
Erika Miranda

-57kg
Rafaela Silva

-63kg
Mariana Silva

-70kg
Maria Portela, Nadia Merli,

+78kg
Mayra Aguiar

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Fonte: SRZD e JudoInforme
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Regras de Judô - POSIÇÃO E FUNÇÃO DO ÁRBITRO

quarta-feira, 27 de outubro de 2010.
ARBITRAGEM
Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem

ARTIGO 6 – POSIÇÃO E FUNÇÃO DO ÁRBITRO

O árbitro normalmente deverá permanecer na área de competição. Ele deverá conduzir o combate e administrar as decisões. Deverá ainda assegurar-se de que as mesmas são corretamente registadas.

APÊNDICE Artigo 6 – Posição e função do árbitro

O árbitro deve assegurar-se de que tudo está correto, tal como: área de competição, equipamentos, uniformes, higiene, oficiais, etc., antes do início do combate.

Ao anunciar uma opinião, mantendo o gesto apropriado, o árbitro deverá estar colocado de modo a observar pelo menos um juiz de forma a ficar imediatamente ciente de alguma opinião divergente. Contudo, o árbitro deve assegurar-se de que não perde de vista a ação continuada dos atletas em qualquer momento.

Em certos casos, tais como quando os competidores estão em Ne-waza e voltados para fora, o árbitro poderá observar a ação da zona de segurança.

Antes do início de uma prova, os árbitros e juizes deverão familiarizar-se com o som ou outros meios de indicar o fim do combate no seu tapete. Quando assumem o controlo de uma área de competição o árbitro e juizes devem assegurar-se de que a superfície do tapete está limpa e em boas condições, que as cadeiras dos juizes estão em posição correta, que não existem intervalos entre os tapetes e que os competidores estão de acordo com os artigos 3 e 4 das regras de competição. Os árbitros devem assegurar-se de que não há espectadores, claques ou fotógrafos em posições tais que possam incomodar ou constituir perigo para os competidores.

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Fonte: AD São Caetano
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Regras de Judô - Árbitros e Oficiais

ARBITRAGEM
Federação Internacional de Judô - Regras de Arbitragem

ARTIGO 5 – ÁRBITROS E OFICIAIS

Geralmente, o combate será dirigido por um árbitro e dois juizes, sob a supervisão da Comissão de Arbitragem.

O árbitro e os juizes serão auxiliados pelos cronometristas e membros da mesa de prova.

APÊNDICE Artigo 5 – Árbitros e Juizes

Os cronometristas e outros membros da mesa de provas, bem como outros assistentes técnicos deverão ter no mínimo 21 anos de idade, três anos de experiência como árbitros nacionais e um bom conhecimento de regras de competição.

O comitê organizador deve assegurar-se que todos foram criteriosamente treinados como oficiais técnicos. Haverá no mínimo dois cronometristas, um para registar o tempo real do combate e outro especificamente para o tempo de osaekomi.

Se possível haverá uma terceira pessoa, para supervisionar os dois cronometristas a fim de evitar erros ou esquecimentos.

O cronometrista do tempo geral (tempo real do combate) põe o cronômetro a funcionar ao ouvir "Hajime" ou "Yoshi" e para-o quando ouvir "Matte" ou "Sonomama".

O cronometrista do Osaekomi põe o cronômetro a funcionar ao ouvir "Osaekomi", para-o ao ouvir "Sonomama" e reinicia-o ao ouvir "Yoshi".

Ao ouvir "Toketa" ou "Matte", pára o cronômetro e indica o número de segundos decorridos ao árbitro, ou ao expirar do tempo de "Osaekomi" (25 segundos quando não havia pontuação prévia ou 20 segundos quando o atleta que controla em Osaekomi tenha obtido um Waza-ari ou o seu oponente tenha sido punido com um Keikoku) indica o fim do combate através de um sinal sonoro.

O cronometrista do tempo de Osaekomi deverá levantar uma bandeira verde durante a prova sempre que tenha parado o cronômetro ao ouvir Sonomama e deverá baixar a bandeira quando reiniciar o cronômetro ao ouvir Yoshi.

O cronometrista do tempo real (tempo de combate efetivo) deverá levantar uma bandeira amarela sempre que tenha parado o cronômetro ao ouvir a voz e ver o sinal de Matte ou Sonomama e baixará a bandeira quando reiniciar o cronômetro ao ouvir Hajime ou Yoshi.

Quando expirar o tempo de combate os cronometristas deverão informar o árbitro através de um sinal sonoro claramente audível (ver artigos 10, 11 e 12 das regras de competição).

Os membros da mesa de provas devem assegurar-se de que estão totalmente informados acerca dos sinais e gestos para indicar o resultado de um combate.

Além das pessoas acima mencionadas, deverá haver quem se encarregue de efetuar o registo geral dos combates.

Se forem utilizados sistemas eletrônicos, os procedimentos serão iguais aos acima descritos. Contudo, deverão assegurar-se de que estão disponíveis meios de registo manuais.

Divulgação Judo Familia Fontes

Fonte: AD São Caetano
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